segunda-feira, 7 de setembro de 2015

VAI E VEM DO AMOR!

Casou separou. Casou pela segunda vez e não aguentou. E mais uma terceira tentativa foi frustrada. Em cada um dos relacionamentos, procriou. Meninos e meninas numa farra genética que se transformou numa complexidade para quem tenta entender o emaranhado familiar que foi criado por este cidadão.

Suas mulheres, isto é, ex esposas também eram donas de  fichas de relacionamentos bastante intrincadas. Uma delas já havia sido casada três vezes e em cada um dos relacionamentos ela foi mãe. As outras duas também já tinham sido casadas e com todos os seus maridos, atualmente ex esposos, ela tiveram o prazer da maternidade.

Esta situação tornou-se uma verdadeira tábua de xadrez. Quem é quem nesta história?

Apenas para permitir ao leitor um exercício de memória, vamos pensar apenas nas relações afetivas deste cidadão.                                                                                                              
Supondo que ele era solteiro e sem filhos na primeira tentativa afetiva e a sua amada trouxesse na bagagem duas crianças. Ele passou a ser padrasto e quando sua querida mulher pariu ele ganhou o título de pai e padrasto. Ela a mulher, mãe de três filhos, sendo dois de um homem e um do segundo matrimônio.

Focando apenas o nosso herói, a sua segunda busca de felicidade  aconteceu com um linda divorciada, mãe de três meninos. Nosso amigo, tornou-se mais uma vez padrasto, agora de três crianças com a segunda esposa e padrasto de duas crianças da primeira. Com a segunda ele também procriou e a sua vida foi preenchida com duas meninas (gêmeas). Ele agora era pai de três filhos, padrasto de cinco e duas ex mulheres. O filho do primeiro relacionamento tornou-se irmão por via paterna das gêmeas do seu segundo relacionamento.
Imaginem que esta história ramificou-se, não só com o nosso querido amigo, mas também com suas ex e os ex de suas ex, formando uma intrincada rede familiar, onde entender quem é quem é trabalho para a CIA com a colaboração de Sherlock Holmes.

Não podemos esquecer das sogras, sogros, cunhados e cunhadas, primos e primas e demais parentes desta família formada por este incrível vai e vem do amor.

Edison Borba

domingo, 6 de setembro de 2015

DIETA MILAGROSA

As segundas - feiras, são escolhidas para se colocar em prática vários planos, e entre os muitos compromissos que assumimos, um deles é o início de uma dieta. A preocupação com o peso, com as gordurinhas, as celulites, o colesterol, a glicose e tantas outros itens que  envolvem   estética  e
saúde fizeram com que o mundo voltasse os olhos para os produtos diet e light. O glúten transformou-se num vilão junto com o açúcar branco e outros produtos num troca troca de  vilões, da saúde e estética.
A fixação com a aparência, com determinado padrão de beleza, tem sido um caminho para distúrbios orgânicos como a  anorexia  além de outros que colocam em risco a vida do paciente.
Sem dúvida que saúde é coisa séria e precisamos cuidar do nosso organismo  prevenindo  possíveis doenças. Também a estética deve ser alvo de preocupação, desde que esteja  ajudando a manter o equilíbrio corporal e emocional.
Portanto, tudo o que ingerimos e usamos em nosso corpo, deve ser escolhido com cuidado, cautela e equilíbrio, os exageros são preocupantes.
Porém, existe um outro tipo de dieta que precisamos não descuidar. Trata-se de uma dieta ao contrário, isto é,  preocupação  com o que deixamos sair da nossa boca. É um contraste, um corpo malhado, saudável e bem cuidado que deixa escapar palavras ruins, maledicências, agressividade, preconceitos, agressões e outros tipos de "produtos" mais nocivos do que todos os açúcares e gorduras que existem no mundo
.
Aproveitando a chegada de mais uma segunda - feira, sugiro que  iniciemos uma dieta ao contrário, isto é, passarmos a cuidar daquilo que falamos. Cuidar para não ofender, não magoar, não violentar através de palavras ruins e impensadas, nossos semelhantes.
Tenho observado que estamos vivenciando uma matemática invertida, na medida que as academias de ginástica aumentam a frequência, diminui a educação social.
É comum presenciarmos brigas, desavenças, ofensas,  uso de palavrões por pessoas que de boca fechada passariam por educadas. A falta de cuidado com o está saindo da boca dos seres humanos é digno de atenção. Nunca tantos falaram tanta bobagem e agressividades como neste último século.
Cada vez mais o por favor, o obrigado, o com licença, os elogios descompromissados estão abandonando as nossas relações. Cada vez mais fala-se errado e o uso de palavrões passaram a sair de bocas de todas as idades e sexos.
Ofensas tornam-se cada vez mais comuns no nosso cotidiano.
Amanhã, segunda-feira, vamos aproveitar para iniciarmos uma nova dieta e passarmos a cuidar melhor daquilo que deixamos sair de nossas bocas.
 
Edison Borba
 

sábado, 5 de setembro de 2015

UM GATO CAIU DA JANELA.

Esta semana a cidade se comoveu com a história de um gatinho que caiu de uma janela. Apesar da coragem de um bombeiro em tentar salvá-lo. Porém, confirmando a a lenda das sete vidas, o gatinho está e vivo e passa bem.

Após a cena sair do ar, o povo que se aglomerou para assistir o salvamento do bichano, seguiu seu caminho e nas casas os televisores foram desligados e a cidade voltou ao normal. Porém, aquele animal deixou que a ponta de iceberg fosse vista no oceano de abandono em que vivem muitos animais. É comum, com a chegada das férias de final de ano, famílias viajarem e colocarem na rua seus animais ditos de "estimação???".
Este cruel fenômeno, por vezes é comentado pela mídia, mas continua a acontecer.
Tratar um animal como objeto de decoração é crime!
Quem comprar ou aceitar como presente um gato, cachorro, pássaro ou qualquer ou animal, tem que ter consciência que está abrigando em sua casa um ser vivo e que ele, assim como nós, os humanos, irão precisar de água, comida, abrigo e amor.
Todo animal que recebemos em nossos lares, passa a ser mais um componente familiar e, portanto, com direitos a serem respeitados.
Quando o gatinho caiu da janela, ele trouxe para os debates e reflexões sociais, as dezenas de animais abandonados nas ruas e praças do país. Ele, ao pular na rede dos bombeiros chamou a  atenção para o tráfico de animais silvestres e para a tortura que muitos bichos sofrem nas mãos de maníacos assassinos.
Os grupos que protegem animais, fazem um bom trabalho de acolhimento e tratamento, contando com a ajuda das mãos de veterinários, mas o trabalho deles seria bem menor se a sociedade tivesse a consciência de que um animal é um ser vivo e portanto merece o mesmo tratamento e respeito que nós - ANIMAIS DITOS RACIONAIS - exigimos.
Um gato caiu da janela para chamar a nossa atenção para os muitos animais que caem em redes de traficantes e outros que são jogados nas ruas abandonados por famílias que os adotaram apenas como brinquedos e descartados quando não interessam mais.
Amor é um sentimento que está se distanciando dos humanos e se refletindo não só nos animais, mas também em toda a natureza e entre os próprios humanos.
Que futuro aguarda a população mundial?
Edison Borba

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

INFERNO ASTRAL BRASILEIRO


Infelizmente conseguiram levar o Brasil, o maior país da América do Sul, a mergulhar num mar de sofrimento. Uma Terra, reconhecida desde o seu descobrimento, como aquela em que "se plantando tudo dá". Também chamado "País do Futuro", um lugar de paisagens e climas variados e com uma população lindamente miscigenada. Esse pedaço de céu sul americano está sendo destruído por um mar de corruptos que sem nenhum escrúpulo roubam, saqueiam e provocam a destruição em suas matas, florestas, rios, lagoas e em tudo que nelas existem de animal e vegetal. Mas, não satisfeitos com tamanha degradação, também conseguem agir e prejudicar o povo trabalhador que através de seu suor mantém o país, ainda, funcionando e se mantendo no mercado internacional.


Pensando bem, o Brasil não está mergulhado num inferno astral, o que está acontecendo com este belo País é o fato que um grande número de figuras diabólicas estarem no poder e entrincheirados em cidades, estados, câmaras, prefeituras, senado, empresas e demais lugares de onde partem as regras do jogo que deveriam nortear o País.

Por outro lado, este mesmo País, é rico em manifestações religiosas: católicas, evangélicas, batistas, kardecistas, umbandistas, candomblecistas, judaicas, maçônicas, presbiterianas, muçulmanas dentre outros grupos que buscam em suas crenças a evangelização do povo. Diariamente nos diversos canais de rádio e televisão ouvimos e vemos reuniões religiosas. Creio, que nunca no Brasil, a Bíblia foi tão divulgada.
Constantemente, grupos religiosos se reúnem em seus templos e até nas ruas e praças para rogar por dias melhores, mas apesar de tantas preces, a situação do País permanece sem solução.
Nos palácios os corruptos continuam agindo. Nas câmaras e senado também. Está difícil crer em empresários. Alguns juízes aplicam leis em causa própria ou de amigos íntimos. Advogados criminosos, defendem seus parceiros. As milícias e traficantes atormentam a vida em comunidades e os bandidos  (e bandidas) de gravata se encarregam de atormentar o povo.
Enquanto, os causadores e causadoras dos desmandos não se arrependerem e se converterem a uma vida ética e devolverem o que roubaram aos seus donos de direito, enquanto os malditos não se arrependerem e mudarem seus comportamentos, enquanto houver homens e mulheres levados pela ambição cuidando das regras do Brasil, seu povo e tudo que nesta Pátria existe continuará mergulhado num inferno astral.
Enquanto não haver um movimento religioso a favor deste País, os maus continuarão  vencer os bons e o bem se perdendo para o mal.
É necessário que de norte a sul e de leste a oeste do País os que acreditam em Deus, Jeová, Alá, Oxalá ou qualquer outro protetor dos fracos e inocentes se juntem numa só oração e saiam para  às ruas  numa grande manifestação a favor desta Terra, antes que seja tarde demais.
É chegado o momento dos religiosos de todas as crenças se mostrarem unidos em torno de uma só crença e fé: um Brasil melhor para todos!
Edison Borba

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

O TRÁFICO E A EDUCAÇÃO

Estudantes que tentam ir às aulas são orientados a voltar para casa.
Professora conta que traficantes impediram alunos de ir ao colégio.


Desde o início do ano letivo (2015), que no Rio de Janeiro, as aulas de diversas escolas, foram interrompidas pela interminável luta entre quadrilhas de traficantes (rivais), ou entre milicianos e traficantes, ou entre policiais, traficantes e milicianos numa interminável guerra urbana, onde a sociedade é a grande prejudicada.


Além da interrupção das atividades escolares, o medo e a insegurança, fazem parte do rotina dos alunos e professores.
As secretarias de Educação, quando questionadas sobre as aulas perdidas, a resposta é sempre a mesma: "haverá reposição das aulas que não foram dadas".
A grande questão é que o processo de ensino e aprendizagem não é numérico (matemático), não se trata de cumprir 200 dias letivos. O processo educacional é gradativo, vagaroso que exige sensibilidade e continuidade. É preciso cuidado no ato de educar, que deve acompanhar o desenvolvimento dos alunos (crianças e jovens) dando a eles, na medida certa o conteúdo que eles naquele momento são capazes de assimilar.
Não se trata de 200 ou mil dias e sim de qualidade, continuidade, equilíbrio e paz para que haja aprendizagem consciente.
Aula perdida é tempo perdido! Retomar uma lição, um conteúdo, uma explicação é algo extremamente complexo. A interação aluno, professor e escola, se faz no cotidiano. As interrupções não previstas no calendário escolar e acompanhadas de medo, pavor e insegurança terão seus conteúdos programáticos dificilmente "repostos" no imaginário do aluno. O tempo de aprender não está em calendário e sim nas disponibilidades orgânicas, biológicas e emocionais de quem ensina e de quem aprende.
Ensinar e aprender sob a mira de armas, ou ouvindo o estampido, o pipocar de fuzis e revólveres é humanamente impossível.
Repor os dias, é uma obrigação da política educacional brasileira, em cujo calendário estão previstos um mínimo de duzentos dias letivos. Porém, remendar assuntos, questionamentos, relacionamentos e aprendizagem sob a mira de bandidos, nem com um milhão de dias letivos.
É comovente a situação dos brasileirinhos que habitam algumas comunidades, onde o ano letivo é ditado por bandidos!
Edison Borba

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

REFLEXÕES (confusões) EDUCACIONAIS

Estamos acompanhando mudanças na prática pedagógica  e na metodologia usada nas salas de aula de várias escolas brasileiras.
Além dos computadores e o uso da internet (nem sempre de forma adequada) na capacitação das nossas crianças e jovens, uma onda de modernismos quanto a inclusão em provas e exames de questões, cujo conteúdo, está movimentando a mídia e as famílias.
Quando Vanessa Popozuda foi incluída no mundo dos pensadores e filósofos, a partir de uma questão de prova de uma escola do Distrito Federal, houve muita movimentação entre educadores, psicólogos, pedagogos e todos os  preocupados com o nosso ensino.
No Rio de Janeiro, as discussões esquentaram quando o traficante Play Boy, foi incluído numa questão de prova. Os alunos, a partir do nome, Celso Pinheiro Pimenta, do ensino fundamental, deveriam indentificá-lo pelo apelido, entre os indicados, como: Fu da Mineira, PQD, Cabeção e Duda. Acertou quem indicou Play Boy.
Outra escola, incluiu em suas aulas a localização das áreas de conflito e os traficantes que comandam as citades comunidades.
E, para esquentar mais o ensino no Brasil, pais de alunos de uma escola de São Paulo, reclamam de palavrão usado em livro indicado para alunos do sexto ano. Trata-se de uma nova versão do clássico de Charles Dickens, Oliver, cuja mãe, era uma mulher de "vida airada" ou "mulher pública", como diria Machado de Assis. Na versão moderna da história o menino Oliver é filho de uma puta.
Traficantes, popuzudas, drogas, abortos, estupros, palavrões, internet, celulares e muitos outros fenômenos  estão invadindo as salas de aula e os lares.
O que fazer com eles? Como usá-los como material pedagógico? Que metodologia comporta estas questões? Como as Instiuições de Ensino trabalharão com estes assuntos? E as famílias como estão lidando com estas  situações sociais?
Não podemos negar que as mudanças sociais brasileiras estão numa roda viva, e que as instituições religiosas, educionais e familiares não podem negar-se a encará-las e encontrar caminhos para usá-las ao seu favor.  Negar a existências delas e tentar esconder o lixo sob o tapete é deixar que a doença se torne mais grave. Os jornais, a televisão, a internet, o cinema  os meios de comunicação em geral, invadem nossas vidas e mostram sem constrangimento o novo mundo.
Faz-se necessário que haja diálogo. Esta é uma situação que precisa de urgência em seu tratamento. Reflexão e ação. União entre pais e responsáveis com as instituições de ensino e uma conversa franca e sem melindres, se possível incluindo os estudantes. Não podemos mais sussurrar e fingir que dentro das casas e escolas tudo está sob proteção.





Ou agimos agora ou estaremos perdendo o jogo, pois além dos problemas citados a educação brasileira, principalmente a pública, enfrenta cotidianamente situações constrangedoras provocadas pelos poderes públicos municipais, estaduais e federais que se tornam a cada dia os maiores inimigos da educação brasileira.
Edison Borba
 
 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

A PROFESSORA DAISE E O SORRISO DA LIA

CONVITE - LANÇAMENTO DO LIVRO: POEIRA (poesias)
 
Dia  12 de setembro, sábado, das 14:30h às 15:30h, no RIOCENTRO, BIENAL DO LIVRO,
PAVILHÃO VERDE - P: 31 - stand da OFICINA DE EDITORES.
 
Trata-se de uma simples obra de poesias, cuja finalidade é, além de alegrar; levar o leitor a refletir
sobre a vida e o universo.
Será muito bom encontrar não só os amigos da Daise e da Lia, mas todos o que amam o CEJK e o
prazer de ensinar.
Dia 12 de setembro, será um sábado de muitos sorrisos e alegria e principalmente para se fazer muita arte! 
Edison Borba
 
                          Livro: POEIRA
                          Autor: Edison Borba
                          Editora: Oficina de Editores
                          Preço: 15 reais.
                          Edição limitada.
 
REFLEXÕES:
Um colégio de Formação de Professores, muitas mulheres, alguns homens e muitos jovens.
Aulas de História, Matemática, Biologia, Geografia, Física, Literatura e muito, muito mais; porém; sem perder a alegria.
Sorrisos, cantares e muita arte para se fazer!
Fazer arte na quadra é sempre um prazer!
Com Aline, Maria Lúcia, Edilene e Eduardo, os alunos correm, exercitam o corpo e jogam bola numa envolvente aura de harmonia, mesmo quando uma zanga se faz necessário.
Nas salas de aula, nossos jovens também fazem arte!
No CEJK, as responsáveis pelos cantares e pintares tornando o mundo mais feliz, são as mestras Brasília, Fátima, Elazir, Daise e Edilaine.
A arte existe para fazer a humanidade mais feliz e, mesmo quando se torna reflexiva, ela  sensibiliza
e provoca movimentos na alma humana, e as mestras das artes sabem fazer das aulas, momentos de encantamento. Escrevem, perguntam, pensam, refletem, desenham, pintam e colorem o mundo com as cores da esperança.
Mas os alunos do CEJK, fazem "arte" em outras disciplinas, onde os conteúdos são explicados, analisados, discutidos e  cuidadosamente organizados por todos os professores para que, cada aluno, se prepare para a vida como cidadãos conscientes.
Nos intervalos das aulas e no recreio, os estudantes curtem fazendo "arte" no pátio e jardins do Colégio e nestes momentos entram em campo um grupo de trabalhadores, liderados pelo sorriso da Lia.
O sorriso é um dos espelhos da alma, portanto a arte e o sorriso caminham juntos fazendo desta união a força de um Colégio onde todos lutam pelo mesmo ideal - educação de qualidade.
Um dia, por algum motivo que não temos explicação, Deus resolveu abrir uma escola no céu e
convocou duas mulheres do Júlia: Daise, a das artes e Lia, a do sorriso.
Mesmo sem saber, Daise e Lia formavam uma dupla, elas proporcionavam alegria e felicidade a
todos que frequentavam o Colégio Estadual Júlia Kubitschek.
Elas, responderam ao chamado dos céus e foram juntas alegrar o infinito.
Para que suas lembranças não se transformem em poeira, deixamos as vidas da Daise e Lia
em forma de poesia no livro POEIRA.
 
"Educação é Arte!" Precisamos valorizar e homenagear os que diariamente, entram em cena e são capazes de muita "arte" para transformar suas aulas em "espetáculos" atrativos para que os alunos percebam como é importante estudar e aprender. 
 
Edison Borba