sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

RAINHA


 

Homenagem à minha amiga
Regina!

Da História ela é rainha

No nome tem um Castelo

Todo pintado de Branco

Seu reino, as salas de aula

Os alunos, os seus súditos
Suas leis, maravilhosas

Ajudam o povo a crescer
Através do verbo aprender

Ela luta pelo saber

E pela emancipação
Cultura sem restrição

Estudar é sempre a meta
O conhecimento: paixão

Trabalha como operária
Mesmo tendo sangue azul

É orgulho da família e dos amigos, também
Seus alunos a respeitam e amam com devoção
Regina, amiga querida, um beijo em seu coração!

Edison Borba

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

DESAFIO: MATEMÁTICA FAMILIAR


 
Cada vez mais é necessário usarmos a matemática para conseguirmos entender as novas famílias. Chega ser engraçado saber que a fulana que foi casada com o beltrano, agora vive com o sicrano que já foi caso da amiga do seu primeiro marido.
Vamos tentar exemplificar usando uma situação: Maria é filha da união de Pedro com Marli, que já viveu com Alfredo e dessa relação nasceu o Nelson. Nelson é irmão de Maria, por parte de mãe, porém Pedro, quando viveu com Maria já era pai de Alberto, filho de sua relação com Lúcia. Alfredo e Lúcia estão juntos há dois anos e esperam mais um filho, que a ultrassonografia já informou ser uma menina, que os pais chamarão de Sônia
Desafio: “Quem é capaz de estabelecer a relação de parentesco entre todos os citados na história acima? Use o bom humor, e organize os convites para o primeiro aniversário da menina Sônia. Quem ela deverá convidar e por que?
Pedro + Marli = Maria

Marli + Alfredo = Nelson

Pedro + Lúcia = Alberto

Alfredo + Lúcia = Sônia

Edison Borba

A PACIÊNCIA DIVINA

        O senso de “humanidade” dos seres criados por Deus, está cada vez menos “humano”, obrigando a Ele, usar de muita paciência e “humanidade” para não tomar uma atitude drástica, com todos os seres “humanos”, como já foi obrigado a fazer quando destruiu Sodoma e Gomorra e enviou o dilúvio, deixando apenas Noé e sua família a salvo.
É assustador, perceber que a “humanidade” está cada vez mais desumana. Guerras, terrorismo, assassinatos, violência, traição, preconceitos, egoísmo, corrupção, raiva, egocentrismo e tantas outras condições que demonstram que a “humanidade” vem perdendo a sua essência de ser “humana”.
Acredito que em muitas ocasiões Deus deve pensar que a sua obra falhou, algo não funcionou e se deteriorou com o tempo.
Há muitos anos, Ele enviou seu filho a terra, mas a “humanidade” foi desumana e cruel, não reconhecendo em Jesus o filho de Deus, matando-o da forma mais desumana possível.
Deus está sendo muito paciente com esta nova geração de “humanos”, que a cada dia se desumaniza mais e mais.
Os países constroem barreiras para impedir que os fugitivos de uma guerra possam buscar abrigo, também nas cidades existem barreiras de concreto e de ações, como o preconceito. Falsos profetas surgem a cada instante, numa loucura sem precedentes. Irmãos brigam com irmãos como Abel e Caim.
Apesar da comunicação entre os povos estar mais rápida e moderna, isto não está sendo suficiente para “humanizar” os homens. A corrupção torna-se cada vez mais pública. O terrorismo se faz presente sob diversos aspectos.
O momento é bastante delicado em todo o mundo, e talvez seja a hora de cada um fazer a sua parte.
O poeta “Gentileza” tem que ser lembrado e a sua sugestão ser colocada em prática imediatamente: “gentileza gerando gentileza”.
Essa mensagem precisa ser divulgada amplamente, analisada nas escolas de todos os níveis e transformada em ação por todos nós, sem medo e sem desculpas.
Como os “outros” irão entender minha mudança? O que irão pensar dos que praticarem a gentileza? Como meus amigos e familiares reagirão?
Todas estas questões precisam ser deixadas de lado e a onda de gentileza, precisa envolver a terra!
Talvez desta forma estejamos possibilitando que o futuro das  nossas crianças e jovens seja melhor!
Temos que ser cautelosos antes que Deus, perca a paciência!
Então ....
Edison Borba

 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

MINHA CASA MEU LAR

HOMENAGEM À MINHA QUERIDA AMIGA ELAZIR B. MENEZES.

Toda casa tem parede

Tem telhado

Tem janela

Toda casa tem panela

Tem fogão

Tem geladeira

Também tem que ter cadeira
Para sentar e descansar

Mesa, com jarro no centro

Prato, colher, garfo e faca
Tudo isso também tem
Abridor e secador
Pregador tem no varal
Pano de prato e jornal

Tem que ter a frigideira
E também a saladeira
No quarto fica a cama

Na sala fica o sofá
No banheiro tem chuveiro
Na cozinha galheteiro
Também não pode faltar

Toalha, concha e vassoura
Para o pó espanador
Isso tudo e muito mais
Uma casa tem que ter
Mas uma casa, realmente
Para ser feliz de verdade
É preciso com certeza
Além de muita beleza
Ter amor e muita paz

POEMA PUBLICADO NO LIVRO PELE / 2012.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

COM FÉ E SEM PRECONCEITO!

A família Caymmi, canta Yemanjá e as Igrejas Católicas da Bahia, numa bela demonstração de que a fé não tem barreiras. Quem acredita em Deus, pode demonstrar esse amor de diversas formas, mas sempre amando e respeitando o seu próximo, como Jesus, nos ensinou: sem PRECONCEITO!


Homenagem a um dos maiores compositores brasileiros Dorival Caymmi!
Edison Borba

O SABOR DA DOR


 
Estou flutuando sobre as minhas dores
Pairo sobre elas como se meu corpo não fosse o meu

Nem sei explicar o que me faz sofrer
Se é o sentimento da dor ou o medo de perde-la?
Vivemos juntos faz tempo ...

Um dia, estava eu distraído, perdido em meus pensamentos
Quando senti a sua presença pela primeira vez
Veio devagarinho, se apossando de mim, com cautela
Não houve sustos, gritos e medo. Apenas uma leve e suportável sensação

Sabiamente ela se ocultava e voltava, sempre de maneira suave
Aos poucos acostumei-me com a sua presença
Nos momentos em que cessa, ela me permite saborear a vida
Um outro tipo de vida, que não sei como explicar

Sinto a sua falta! Ela é minha, minha dor!
Bendita seja essa dor maldita, que me tortura e me faz sofrer
Com ela vivo segredos, que a ninguém revelo
Já não mais me desespero, nem choro, apenas vivo.
Tenho medo de a perder, não sei mais viver sem ela

Faço por merece-la e não a transformo em lamentos
Aprendi a sorrir com ela e ser forte ao suportá-la
Perde-la pode ser fatal

Pode ser a porta aberta, para uma estrada infinda
A caminhada sem norte, a que se revela num abismo
Profundamente infinito!                     

Edison Borba

 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

ERA UMA VEZ UMA ÁRVORE!

Era uma vez uma frondosa árvore, admirada pelo seu tamanho e abertura de seus galhos, que agasalhava uma enorme diversidade pássaros, além de fornecer uma adorável sombra.
Na primavera, ela enfeitava o campo com suas flores e no outono, seus frutos saciavam a fome dos viajantes que por ela passavam.
Os anos escorriam pelos calendários e a bela árvore, orgulhava-se de ser não a mais bonita, ou a mais frondosa, mas aquela que servia para agasalhar com sua sombra, alegrar com suas flores e matar a fome dos que usavam seus frutos.
A fama da árvore espalhou-se por vários lugares, provocando curiosidade entre muitas, pessoas que passavam pelo caminho onde ela morava, só para comprovar aquilo que haviam ouvido sobre ela.
A bela árvore, algumas vezes tinha receio de se tornar vaidosa, e lutava para que este sentimento não tomasse conta de seu coração. Ela, nessas horas de dúvida, procurava lembrar-se que um dia já tinha sido apenas uma semente, uma simples sementinha, que teve a sorte de encontrar um solo fértil, onde pode germinar, crescer e tornar-se uma frondosa árvore.
O tempo passando a árvore, sentindo-se feliz a cada dia, por tudo o que ela podia oferecer àqueles que dela precisavam. Porém, numa agradável tarde, um viajante parou sob sua sombra para descansar de longa jornada. Era um andarilho que já havia percorrido várias estradas e trazia consigo uma história de tristezas e mágoas. Talvez, por este motivo, apesar dele, o viajante, ter usufruído da tranquilidade e da sombra oferecidas pela elegante árvore, após saborear de seus frutos, afastou-se do local e por algum motivo difícil de entender, espalhou pelos ventos que os frutos que ele havia saboreado eram azedos e que a sombra oferecida, não fora suficiente apara o agasalhar e proteger do intrépido sol.
Infelizmente, a história do homem, espalhou-se como um rastilho de pólvora, sendo aceita como verdade por muitas pessoas, incluindo aquelas que já haviam provado dos benefícios da bondosa árvore.
Aos poucos, a estrada onde a bondosa árvore vivia, foi abandonada e nenhum viajante ousava aproximar-se dela, que magoada com tamanha ingratidão, entristeceu, secou e morreu.
Está história, leva-nos a uma reflexão sobre as reações humanas. À vezes é mais fácil acreditar numa palavra do que nos atos. Tudo o que a bela árvore produziu e doou para os que dela precisaram foi esquecido, apenas pela palavra de um viajante em cujo coração não havia bondade.
Sejamos, cautelosos, antes de tecermos nossos julgamentos!
Edison Borba