segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

'TÔ” DE DIETA

 
Posso até estar exagerando, mas uma das observações que eu mais ouvi este ano que termina, foi: “TÔ DE DIETA!”
Nunca tanta gente repetiu este texto; mulheres na maioria, homens e até jovens e crianças. Faz algum tempo, que “dieta” quando recomendada era por médico especializado para tratar de pessoas com quadros específicos de doenças como diabetes ou hipertensão. O tempo passou e a tal dieta ficou banalizada e hoje tem de tudo “pra” todo mundo. Tem dieta da lua...
, do sol, a verde, a colorida, a da carne a sem carne, dos carboidratos e até a da água e a do ar. Pasmem! Tem maluco dizendo em programa de TV que só se alimenta de ar.

 Tudo bem! Creio que devemos buscar sempre a nossa saúde física, fisiológica e a mental. Sem o equilíbrio entre esses três elementos e sobre eles a saúde espiritual, corremos risco de perdermos o bem maior dado por Deus, a vida. Porém, precisamos ter, parcimônia, inteligência e um pouquinho de esperteza. Tenho observado que algumas dietas vem acompanhadas da substituição de alimentos por produtos químicos. São substâncias que prometem dar ao indivíduo proteínas, carboidratos, aminoácidos entre outras substâncias contidas nos alimentos diretamente ao corpo, para facilitar a sua absorção, gerando com mais rapidez músculos fortes e saudáveis (??!!).
Como estudioso de Biologia, tenho “cá” as minhas preocupações. Espero que os corpos que hoje se mostram aparentemente saudáveis, não venham a desmoronar, deixando claro que o alicerce para uma boa saúde está no feijão, no arroz, no colorido das verduras e legumes e numa pitada de proteínas das carnes, tudo acompanhado por uma vida regada a um bom sono e boas atitudes comportamentais.
Ah! Não esquecer de colocar no prato, menos vaidade e mais inteligência!
Edison Borba

domingo, 4 de dezembro de 2016

SE NÃO FOR MINHA

 
Está nas páginas policiais dos jornais, nos textos de novelas e nas feridas de alguma mulheres, esta observação fatídica: “se não for minha não será de mais ninguém”.

Existem pessoas que tratam outras pessoas como objetos, que uma vez comprados, o dono passa a exercer sobre ele o pleno poder. Gente não é coisa, não é objeto, não se compra em loja. Gente tem sentimentos e vontades e direitos de ir e vir, chegar e sair, amar e desamar, gostar e desgostar e fica...
r se assim quiser. Há anos que a sociedade batalha pela liberdade, através de leis e lutas, numa tentativa de acabar de vez com a escravidão humana. Mas, mesmo assim, esse insano desejo de oprimir, permanece e em alguns casos rotulado como AMOR.
Quem ama respeita, cuida, ouve, ampara e deixa livre!
Se não for minha! Se não for meu!
Quem ama de verdade jamais irá usar este tipo de pensamento!
Edison Borba

sábado, 3 de dezembro de 2016

A QUEM INTERESSAR POSSA...


Joguei nas águas do mar uma garrafa contendo um convite, uma carta, um bilhete, uma mensagem para “a quem interessar possa”.

Procuro uma amizade sonhadora. Alguém que esteja disposto a vagar pelas nuvens e construir castelos (mesmo os de areia). Estou garimpando a existência de outro ser que esteja disposto a sonhar os mais incríveis sonhos.
Quem estiver interessado, tente fazer contato. Estarei olhando as estrelas todas às noites, sentado à beira mar. Quem sentir uma brisa suave roçando seu rosto, serei eu avisando que cheguei com uma bagagem, repleta de ideias e ideais. Trago sonhos novos e os antigos, que ainda não consegui colocar em prática. Estou aguardando alguém, que esteja a fim de fazer uma longa viagem ao País das Maravilhas de coração aberto às mais incríveis aventuras. Alguém que não tenha medo de sonhar, amar e ser feliz.
Edison Borba

CRY ME A RIVER


Madrugada silenciosa.. As lágrimas do céu caem sob a forma de pingos de chuva que batem na vidraça da janela produzindo um suave tilintar. Ao longe a voz de Julie London, cantando "Cry me a River" trazem  sentimentos de saudade.
 
Edison Borba

PEQUENINOS” (??) ATOS DE PRECONCEITO

 
 
Em nosso dia a dia, nos habituamos a ouvir e até mesmo deixar sair
de nossa boca, pequeninos (grandes) atos de preconceito. Observações como: ela é quase da família. Ao se referir a uma empregada doméstica que já trabalha há muitos anos em nossa casa.
Tem coisa mais preconceituosa do que ser “quase”?
Existe uma outra observação digna de nota, como “ela é tão bonitinha, mas é gordinha”. ...

Aliás temos que ter cuidado com o uso do diminutivo, que pode servir para humilhar e segregar.
Fiz um curso, no qual uma colega fazia questão de nos afirmar e informar que ela não tinha preconceito com nada e nem com ninguém. Pasmem, ela tinha ATÉ amigos gays! Sem palavras!
E as religiões? Só invocando Deus, para silenciar as línguas que profanam com observações maledicentes às crenças que não são as suas.
E assim, devagarinho com o coração cheio de “carinho”, vamos divulgando, mais e mais, o preconceito que habita em nós. Esse tipo de situação chega a ser mais cruel do que aquela que é visível, clara e direta que nos permite chamar a polícia, invocar as Leis e punir quem ainda se “acha”acima de todos e de tudo.
Portanto, precisamos ter cautela com o que pensamos e verbalizamos, os “pequeninos” atos preconceituosos, que são raízes que se aprofundam, crescem como árvores, dão frutos e sementes que continuam a perpetuar atos tão infames.
Lamentável!
Edison Borba

SOMOS TODOS IRMÃOS!


Milton Nascimento, escreveu sob a forma de canção, uma carta para Lennon e MacCartney, na qual ele dizia "eu sou da América do Sul, eu sei vocês não vão saber, mas agora sou cowboy, sou do ouro, eu sou vocês, sou do mundo, sou Minas Gerais".
Eu sou da América do Sul, e como cantou Mercedes Sosa, somos todos irmãos neste belo recanto do planeta Terra. 
Neste momento em que a tragédia da morte dos brasileiros, a população da Colômbia, através de sua atitude, comprovou que somos todos irmãos / somos da América do Sul e que, povo é povo, independente da política que rege o País.
Somos todos irmãos, brasileiros, argentinos, colombianos, chilenos e todos os que habitam o belo "continente" sulamericano.

Edison Borba dando "gracias a la vida!"
 
 
 
 

PONTA COM PONTA

 
Quando juntamos duas extremidades de uma linha, podemos formar um círculo. Na vida humana, lindos círculos podem ser formados quando juntamos extremidades familiares. Uma Emissora de Televisão, apresentou um programa sobre o amor e a união entre avós e netos, e o que foi possível ver – lindos casos de amor!
Ponta com ponta, juventude e velhice, curiosidade e experiência, inquietude e calmaria – reações opostas, mas que se complementam pelo amor.
Amor, palavrin...
ha mágica capaz de levar a vovó ao cume da montanha amparada pelo neto.
Amor, que faz o vovô afirmar que o neto é a luz que ilumina sua casa.
Amor, quebrando barreiras de tempo, de tecnologia, de passado e de presente.
Amor, juntando pontas e possibilitando a existência dos círculos da vida. Não há futuro sem passado! Há que se ter sempre a união das mãos e dos corações, somente assim a vida faz sentido, o passado não acaba ele se perpetua no presente para garantir o futuro!
Bom dia amigos!

“Benção” meus avós!
Edison Borba