sexta-feira, 10 de agosto de 2018

MEU LUGAR


(por) Edison Borba








Ainda lembro a imagem da minha mãe chorando
Acenando do portão para o filho que partia
Era eu jovem valente peguei a estrada contente
Acreditando em vitórias que voltaria em glórias
Peito cheio de medalhas eu contaria as histórias
Das conquistas que vivi!
Mas a estrada da vida não é tão simples assim
Tem espinhos e amarguras. Sofrimento e falta alento
E a minha valentia deu lugar as incertezas
Eu vi as minhas fraquezas me causarem embaraços
Porém, aprendi na luta que meu lar é meu recanto
E que não existe maior glória que escrever minha história
Sem rebeldia e na paz. Na minha casa meu lar
Junto com minha família é onde eu devo ficar.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

PEQUENOS GRANDES GESTOS

(por) Edison Borba
 
 
 
 

Vivemos numa sociedade onde quase tudo tem que ser “espetaculoso”, isto é, grande e esplendoroso. Em se tratando de internet, os números são “fabulosos”: a “artista” obteve milhões de clicadas em uma hora de exposição de sua foto. E, assim, os pequenos grandes gestos estão sendo esquecidos. O abraço apertado, dado sem que seja aniversário, o sorriso espontâneo, a gentileza gratuita, a ternura, a bondade, a gratidão além de outros atos que estão perdendo espaço para as grandiosidades milionárias do admirável mundo novo.
Não podemos nos deixar influenciar pelas “grandezas ocas”, sem conteúdo, como os lábios, seios e bumbuns inflados de silicone, que escondem a verdadeira imagem de quem os usa. Temos que cuidar para que o nosso cérebro não se torne uma grande caixa vazia.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

AS EXTREMIDADES.

(por) Edison Borba




Quando juntamos duas extremidades de uma linha, podemos formar um círculo. Na nossa vida, podemos formar círculos familiares, quando juntamos as pontas da existência: pais e filhos ou avós e netos. Polos opostos que se complementam pelo amor. De um lado a calmaria  e a experiência e do outro a agitação e a curiosidade. Pontas que se unem pelo amor, confirmando que  não há futuro sem passado. A vida só faz sentido através da união das extremidades formando círculos que se entrelaçam, perpetuando a existência humana.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

A ALFABETIZAÇÃO NO BRASIL


 

No Brasil, apenas 8% das pessoas em idade de trabalhar são consideradas plenamente capazes de entender e se expressar por meio de letras e números. Ou seja, oito a cada grupo de cem indivíduos da população. Esses oito estão no nível "proficiente", o mais avançado de Alfabetismo Funcional em um índice chamado Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional).

Um indivíduo "proficiente" é capaz de compreender e elaborar textos de diferentes tipos, como mensagem, descrição ou argumentação, além de conseguir opinar sobre o posicionamento ou estilo do autor do texto. 

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

NOVOS TEMPLOS! NOVOS DEUSES!


(por Edison Borba)





A morte de algumas mulheres que buscaram a “beleza” através de produtos químicos, levanta uma questão séria: - os novos templos (AS ACADEMIAS) e os novos deuses (OS CORPOS). Aos poucos percebemos que a imagens de Deus e a do seu filho Jesus, não importam mais. As igrejas também, estão sendo apenas lugares de encontros e não mais de oração e fé. O culto ao corpo leva homens e mulheres à praticarem atos nocivos contra a sua saúde. Drágeas, pós, injeções e outros tipos de produtos são introduzidos nos organismos, alterando à sua fisiologia e violando o que de mais sagrado Deus nos concedeu – VIDA!

domingo, 5 de agosto de 2018

SONATA PARA EMBALAR A MORTE!


(por) Edison Borba


Quando meu coração não mais bater
E o silêncio tomar conta do meu peito
Quando meus olhos se fecharem para sempre
Peço que fiques junto a mim
Não se afastes com medo da minha inércia
Estou apenas seguindo a ordem natural do tempo
Se puderes segure as minhas mãos
Apenas enquanto meu corpo desfalece
Depois ... depois ... esquece
Pense na morte como renovação
Não quero que chores e nem lamentes
Minha morte nada deve significar
Comparada à vida que levei
E o quanto eu pude amar
Não esqueças de jogar minhas cinzas ao vento
E observar a dança dos meus fragmentos
Perderem-se nas nuvens em apenas um momento.
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E VAMOS DE ROTINA EM ROTINA

(por) Edison Borba

Olho para o calendário e já estamos no mês de agosto. Num piscar de olhos os dias escorregam das nossas vidas e sem que consigamos deter o tempo, ele segue sem pressa, sem parar para esperar quem está atrasado para pegar o bonde dos sonhos.





Rotinas e rotinas constituem os nossos dias, pois até aqueles que viajam para sair da rotina, acabam por criar uma nova rotina. Não adianta querer fugir desta senhora, ela será sempre nossa companheira. Portanto é bom aceita-la, mas com esperteza, vez por outra “pegar” um cineminha, passear na praça e pedir um novo sabor de sorvete apenas para variar de rotina.