quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

EM QUE DIREÇÃO ESTAMOS INDO?


(por) Edison Borba

Apesar de estarmos vivendo o otimismo dos primeiros dias de um novo ano, não consigo deixar de acompanhar as estatísticas sobre a violência no Brasil. Partindo da individualidade de cada um de nós, para a sociedade como um todo, podemos perceber que a impaciência, a pressa, o desrespeito, a deselegância, a falta de educação em seus mínimos detalhes está quase sempre presente em nosso dia a dia. Atos, antes tão comuns, como ceder o lugar num transporte coletivo, agradecer sorrindo, dizer obrigado, pedir por favor, saber ouvir, argumentar sem gritar entre outros “movimentos” individuais que tornam o mundo mais feliz, estão desaparecendo.
Além disso,  ainda temos os furtos, os roubos, os sequestros, os atropelamentos, os maus tratos aos animais e falta de cuidado com o nosso meio ambiente, etc ... etc ... etc ...
Como falar em civilização diante deste quadro? Somente um longo e minucioso processo educativo poderá nos conduzir na construção de uma nova sociedade civilizada. Infelizmente, pouco se fala e muito pouco se faz verdadeiramente para que nossas crianças e jovens sintam vontade de “ser” educados. Incentivamos para o consumo desregrado, para um aprendizado egoísta onde vale tudo para chegar “LÁ”. Esse indefinido “lá” passou a ser um objetivo a ser alcançado a qualquer preço e, quando vemos os que chegaram “lá” nas páginas das revistas e sendo “acariciados” pela mídia, ficamos sabendo (dito pelos próprios vencedores) que suas conquistas não passaram pelos bancos escolares.
Em que direção estamos indo?

PEDRITA texto de IDA AZALÉA


TRISTE CADEIA DE RELACIONAMENTOS!



(por) Edison Borba


Assistindo pelos noticiários os fatos que envolveram e ainda envolvem os postos de saúde, onde funcionários da saúde ligados em seus celulares deixam pacientes entregues aos seus sofrimentos, demonstrando que a “triste cadeia de relacionamentos” ainda acontece, como nos conta a historinha: “O patrão maltrata o funcionário. O funcionário ao chegar à sua casa maltrata sua mulher. Sua mulher despeja sua raiva na empregada da casa. A empregada chuta a cadelinha da casa”.
Que triste sequência, na qual os oprimidos também exercem o papel de opressor!

REFERENCIAL ZERO

 (por) Edison Borba
Numa linguagem matemática, começar do zero pode significar dar início a uma contagem para mais ou para menos tendo o zero como referencial.
Em uma leitura, pode sinalizar ter que voltar ao início do texto, para que não haja um falso entendimento do seu conteúdo.
Nas questões conjugais, afetivas e amorosas começar do zero tem como possibilidade, refazer a relação. Apagar o passado e começar de novo, esquecendo principalmente os maus momentos.
Numa escala de dificuldades, começar do zero em matemática pode ser mais fácil do que na leitura, porém nas relações humanas, começar do zero, é bastante complexo. Como esquecer mágoas, traições, desencontros entre outras situações e sentimentos nocivos ao equilíbrio do amor e da amizade?
Porém, acredito que da mesma maneira que devemos refazer um problema matemático, recomeçar a leitura de um texto, também nos relacionamentos deve valer à pena dar uma nova oportunidade e após rever erros e acertos, começar do zero.
Começar do zero, significa que não se perdeu as esperanças. Que ainda é possível encontrar o caminho certo. Que vale a pena sempre, buscar a felicidade!


terça-feira, 1 de janeiro de 2019

O NOVO DE NOVO!

(por) Edison Borba
O dia é novo/ O mês é novo/ O ano é novo/
Tudo novo/ De novo/
Eu quero mudar/ Me modificar/ Me renovar/
Mas hoje ainda é cedo/ Deixo para amanhã/
Preciso me acostumar/ De novo/ Com o novo/
Isso leva tempo/ Preciso me acostumar/
Com o novo/ De novo/
Acho que vou esperar/ Até chegar outro ano novo/
Para eu planejar/ Pensar/ Organizar/ Adiar/
De novo/ Para outro ano novo!

ADEUS! A DEUS!

por  - Edison Borba.
Adeus 2018! A Deus 2019! Que este novo ano seja um tempo de DEUS! Nós Cristãos temos a obrigação de orar! Orar pedindo que a nossa Pátria seja mais humana para com seus filhos. Orar com fé, acreditando que haverá melhorias. Nossas convicções políticas são questões próprias de cada um de nós, mas a vontade de vermos a diminuição da miséria, do analfabetismo, das doenças, das injustiças entre outros pontos que precisam ser modificados tem que ser vontade dos que amam esta Terra e tudo que nela existe.
Hoje, dia 1º de janeiro, voltemos nossas orações para que o Brasil consiga ser a Terra de Santa Cruz, um País abençoado, onde impere o amor ao próximo e a justiça.
Senhor Deus de todos nós, abençoe a nossa Pátria! Amém!

O VELHO ANO NOVO!

(por Edison Borba)
Ontem, 31 de dezembro de 2018, assistindo pela TV as festas pela mudança de ano, percebi que estamos comemorando um VELHO ANO NOVO. Sem pessimismos, mas colocando uma pitada de humor, o ano de 2019, dará continuidade ao 18. Anita continuará a receber altos cachês para rebolar, cantar e sensualizar sua boca siliconada. O Belo, continuará querendo voltar a brilhar. As baterias das escolas de samba estarão cada vez mais, fazendo paradinhas. O...
perigo é de “parar” de vez. O prefeito continuará a ser o Crivella que, ainda não sabe que foi eleito. Os televisivos programas de domingo continuarão a arrancar lágrimas dos nossos olhos, já tão sofridos. Os noticiários irão alardear que o “réveillon” do Rio de Janeiro é o melhor do mundo.
Poderíamos continuar a lista das “mesmices”, mas elas são tão óbvias que é melhor deixar como já “tá” (esse já tá é loucura!!!)
De novo, somente o calendário e a agenda que comprei no amigo vendedor ambulante, que trabalha aqui pertinho da minha casa.
Ah! Quase esqueci! Temos um novo presidente, novos governadores, um montão de senadores e deputados, ansiosos para iniciarem suas carreiras palacianas, ou seriam “CARTEIRAS”?
Apesar de tudo, com tudo e mais que tudo, desejo a todos e a mim mesmo: UM FELIZ 2019! Que Deus esteja sempre presente em nossas vidas!
 
Nenhum texto alternativo automático disponível.