sábado, 1 de junho de 2019

ACOSTUMANDO COM O PERIGO!


(por) Edison Borba



Um jornalista brasileiro, ao ser perguntado o motivo do seu retorno para o Brasil, após ter passado alguns dias cobrindo a tragédia do Haiti,  causada por um terrível terremoto em 2010, ele assim respondeu: “Quando eu percebi que já não estava me protegendo dos problemas que ainda me cercavam, resolvi voltar.  Senti que já estava me acostumando com o perigo!”
Assim é a nossa vida, quando começamos a aprender a dirigir um carro, ficamos apreensivos e mantemos muito cuidado para não cometermos erros. Procuramos seguir às regras de trânsito em todos os seus detalhes. Porém, quando já estamos acostumados com a direção de um veículo, corremos o risco de nos tornamos descuidados e até negligentes com a segurança. É nesse momento que corremos o maior risco! No nosso dia a dia, a situação é semelhante. Se não ficarmos atentos com pequenos detalhes para uma sobrevivência segura, corremos risco de acidentes e doenças. Na nossa vida espiritual essa situação também pode acontecer, aos poucos vamos negligenciando com a nossa fé. Esquecemos de orar, pelo prazer de orar. Apenas quando estamos atravessando dias difíceis é que nos lembramos de recorrer a Deus. É comum, passarmos algum tempo sem agradecermos por tudo que temos e demonstrarmos gratidão pela nossa vida. Vamos vivendo sem nenhuma preocupação de mantermos nosso corpo, nossa mente e nosso espírito conectados. Esquecemos que existe alguém superior que nos ajuda a viver. É dessa forma que nos expomos aos perigos. Portanto amigos, vamos ficar atentos com a direção da nossa vida, como se estivéssemos aprendendo a “pilotar” um automóvel. Cuidando do pedestre, tendo atenção às cores dos semáforos e, não esqueçamos de agradecer aos “guardas”, sempre atentos na forma com que estamos conduzindo nossos veículos ou será vida!


sexta-feira, 31 de maio de 2019

O QUE É O "XAMEGO"?

Todo mundo quer saber o que é o "xamego". 
Você também quer saber? No livro REFERÊNCIAS FEMININAS, Você encontrará a resposta!
REFERÊNCIAS FEMININAS - Autor: Edison Borba

Pod Editora / 2019

Para adquirir o livro use: www.podeditora.com.br

CINEMAS DE RUA


(por) Edison Borba



Situados nos mais diversos bairros da cidade os cinemas de rua faziam a felicidade da garotada nas “matinês” dos domingos. Filas enormes se formavam nas portas desses cinemas, quando exibiam as chanchadas da Atlântida, filmes musicais brasileiros, que nos faziam rir com Grande Otelo e Oscarito entre outros comediantes. A mocinha Eliana,  só era beijada no final da história. Os galãs Cyl Farney e Anselmo Duarte sempre brigavam numa boite para defender sua “garota”. Cinemas de rua, onde podíamos acompanhar filmes em séries como Tarzam, além dos “far-west” onde os mocinhos brigavam, galopavam e os seus chapéus nunca não saiam de suas cabeças. Cinemas de rua, que nas sessões noturnas abrigavam namorados que podiam comprar doces nos baleiros que vendiam produtos durante a projeção dos filmes. Havia também os lanterninhas que guiavam os espectadores até as poltronas, quando a “fita” já havia começado, neste caso era preciso esperar a sessão seguinte a aguardar até o “pedaço” do filme que estava na tela, quando chegávamos atrasados no cinema. Obrigado cinemas de bairro: inocentes, alegres, calorentos e que nos acolhiam em suas poltronas de madeira nas alegres tardes de domingo.

SINGING in the RAIN - OBRA PRIMA!]



Esta é uma das mais perfeitas e maravilhosas cenas do cinema "MUNDIAL". Não podemos brincar com assunto ´serio EDUCAÇÃO e principalmente usando essa bela cena de um incrível filme.
NOTA ZERO PARA O ATUAL MINISTRO DA EDUCAÇÃO DO BRASIL (31 de maio de 2019)

BRINCANDO COM ASSUNTO SÉRIO!


(por) Edison Borba



Algo de muito errado está acontecendo “no reino brasileiro”. Homens de terno e gravata, que ocupam cargos dos mais expressivos desta Nação estão “perdidos” sem saber como falar, agir e direcionar os caminhos do Brasil. Educação é coisa séria! Brincar com educação é mexer no futuro de uma Nação, envolve crianças, jovens, adultos, ricos e pobres! Seria de maior utilidade se todos resolvessem TRABALHAR SÉRIO! Chega de gracinhas, de piadinhas e dancinhas, essas atitudes não levam a nada! SERIEDADE! TRABALHO! EDUCAÇÃO (neste caso estou me referindo à falta dela nos nossos governantes). PENSEM antes de falar! Impossível ficar em silêncio diante de tanta irresponsabilidade! Chega! Basta! VAMOS TRABALHAR! PRODUZIR! Deixem as piadas para os profissionais do riso!
Lamentável!

quinta-feira, 30 de maio de 2019

QUEM SOU EU?


(por) Edison Borba





Andei por aí sem destino, viajei por todo o mundo, conheci terras estranhas e falei em muitas línguas, mas ainda não sei quem sou eu neste planeta!
“Conhece-te a ti mesmo!” Essa foi a questão que o Filósofo grego, Sócrates, nos deixou.
Por que é tão difícil termos consciência do nosso EU? Por que o autoconhecimento é tão complicado? Nós, temos receio de ouvirmos do nosso espelho, verdades que não serão agradáveis, portanto nosso cérebro trabalha com o “autoengano”. Fugimos de responder questões que possam nos desmascarar. Preferimos ficar na periferia, revelando apenas segredos superficiais, como: EU gosto da cor verde ou eu gosto do verão, ou então revelar, EU não gosto de limão e nem de viajar de avião. Porém, isso não revela nada importante de nós mesmos. Quem somos nós? Quem sou eu? São questões que para serem respondidas, será necessário desnudarmos de preconceitos e conceitos que trazemos escondidos em nossa alma. Revelar a minha preferência sobre uma fruta ou cor, não revela, se eu gosto mesmo de quem eu sou? Como eu me vejo no espelho em relação ao meu tipo físico (peso, altura, cor). Eu sofro por ser tímido ou sofro mais ainda por ser alguém de comportamento exagerado? Eu sofro “por ser quem eu sou”?
Será que existe alguma fórmula mágica para nos ajudar a resolver essa questão? Quando vamos marcar um encontro, ou melhor, um AUTO encontro, para enfrentarmos um debate olho no olho, frente a um espelho?

quarta-feira, 29 de maio de 2019

A MORTE E A MORTE DE FAMOSOS!

(por) Edison Borba







Quando perdemos uma pessoa querida a tristeza nos abate e geralmente o silêncio é a atitude tomada numa tentativa de sufocar a dor. Choramos, lamentamos e nos recolhemos em luto até o sétimo dia. Aos poucos vamos retomando e retornando às nossas atividades e a rotina nos envolve novamente. Porém a dor da perda deixa uma cicatriz cujo tamanho dependerá de cada um de nós.
Quando acontece a morte de uma pessoa famosa, o silêncio se esvazia dando lugar aos gritos, cantorias, músicas entre tantas outras manifestações produzidas pelo povão, para declarar seu amor e a dor que aquela perda estaria causando. 
Infelizmente, todo barulho produzido durante as homenagens fúnebres, se perde com os dias e voltará a se fazer presente quando outro famoso morrer. E assim de esquecimento em esquecimento vamos cantando e dançando sobre a tristeza de alguns, aqueles que realmente estão sofrendo pela perda, não de uma pessoa famosa, mas de um filho, de um amor, de alguém que era mais importante do que o personagem “amado” pela multidão.
Tão triste!