terça-feira, 4 de junho de 2019

MINHA LUZ!


(por) Edison Borba




Por uma fresta da porta, uma pequena abertura
Do sol entra uma luz. Apenas um raio, somente 
É o suficiente, para acender uma tocha
E, como num passe de mágica
Pela luz, sou envolvido
Aquele raio  me renova as energias
E como se fosse magia me coloco a cantar
Danço como um menino, que brinquedo novo ganhou
Imerso em felicidade, voo como um pássaro
Apenas um raio de luz bastou, para acender
Minha vontade de viver, de poder recomeçar
Esperanças renovar. Ficar feliz e contente.
Um raio de luz entrou em minha vida
Sem que eu soubesse o porquê
Este raio brilhante de luz forte e lancinante
É com certeza (EU SEI)
A presença de JESUS!

MAL ou BEM ENTENDIDO!


(por) Edison Borba


Algumas vezes as pessoas se desentendem, simplesmente porque “não se entendem”, isto é, alguém disse e outro interpretou diferentemente do que o primeiro queria dizer. A partir daí forma-se um conflito. Muitos “mal entendidos” acontecem quando alguém quis dizer uma coisa e disse outra. Um disse e o outro pensou que o primeiro havia dito e nesse disse me disse ninguém consegue dizer algo para desfazer o mal entendido. Pode ser até que nenhuma das pessoas envolvidas na confusão quisessem  dizer o que foi dito ou quisessem pensar o que foi pensado. É difícil entender e desfazer um desentendimento acontecido dentro desse labirinto. Esse tipo de problema geralmente acontece quando alguém se antecipa em tentar decifrar o que o “outro” quis dizer, isto é, ir além do que foi dito e escutado. Talvez, um boa maneira de se evitar esse tipo de situação, seja manter o coração limpo e nunca tentando interpretar “o que é que ele quis dizer mesmo?” Dependendo de como está o nosso coração no momento em que se decifrou a mensagem, pode surgir um mal entendido. Portanto, nunca devemos julgar o que alguém quis dizer. Se houver dúvida, pergunte tranquilamente, ou cale-se e deixe o tempo passar. Mas, tentar responder pelo outro pode não ser o ideal.

NA SOMBRA DO BOI!



(por) Edison Borba




Não adianta falar e querer provar que não foi ele, o menino que quebrou o pote. A infantilidade, quando presente no caráter de um adulto, causa uma confusão emocional séria. Supõem-se que ao chegarmos à idade adulta, já tenhamos amadurecido, isto é, devemos pensar e agir como indivíduos capazes de ter responsabilidade por nossos atos. Infelizmente, para algumas pessoas, por diversos motivos, não alcançam um nível de maturidade e por isso, continuam presas aos pais, dependendo deles para tomar decisões ou então vir em seu socorro quando quebram um pote. É triste vermos um jovem talentoso, milionário e famoso demonstrar publicamente o quanto ainda é imaturo e incapaz de assumir seus atos, sejam eles de qualquer natureza, sem que o papai tenha que vir em seu socorro. Que pena! Que lástima vermos tanta vida e talento sendo desperdiçados pela imaturidade. Talvez umas palmadas ou então ficar sentado no cantinho do pensamento pudesse ajuda-lo a conseguir amadurecer e sair da zona do “ridículo”. E, assim,  começasse a demonstrar um comportamento adulto. Porém, será muito difícil uma mudança, a riqueza o faz ser rodeado de diversos “pais” que torcem por sua infantilidade, que permite a eles, viverem “na sombra do boi”.

CHUVA E LÁGRIMAS


(por) Edison Borba



Sob a chuva que fria molha meu corpo tento esquecer
Da ilusão que um dia vivi, dos sonhos que criei
Lágrimas misturam-se à chuva  que cai sobre mim
Chuva lava meu corpo – lágrimas limpam minha alma
A chuva cai e o tempo passa
As lágrimas caem e retorno no tempo
A chuva – gotas de água
Lágrimas – gotas de mágoa
Água lava meu rosto
Lágrimas são provas do meu desgosto.
Saudade do que vivi. Lembranças do que passei
Amanhã o sol chegará. Volta a brilhar
Eu? Esqueço a chuva. Esqueço as lágrimas
E volto a cantar!


domingo, 2 de junho de 2019

O QUE QUEREMOS?


(por) Edison Borba



Se alguém perguntar para mim, qual o objetivo da minha vida, não saberei responder em apenas uma palavra. Tenho muitos objetivos para apenas uma vida. Analisando a questão sob esse ponto de vista, terei que ter muitas vidas para que possa atender a todos os meus objetivos, como eu só possuo uma vida, creio que o que me resta é cuidar bem dessa vida para prolonga-la da melhor forma possível, para que eu possa ir aos poucos e gradativamente atingindo aos muitos objetivos que tenho. Será essa uma verdade? Você saberia encontrar outra resposta? Qual?

LEOLINDA

No livro REFERÊNCIAS FEMININAS, você encontrará informações sobre Leolinda Figueiredo Daltro. LEIA!
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sábado, 1 de junho de 2019

ACOSTUMANDO COM O PERIGO!


(por) Edison Borba



Um jornalista brasileiro, ao ser perguntado o motivo do seu retorno para o Brasil, após ter passado alguns dias cobrindo a tragédia do Haiti,  causada por um terrível terremoto em 2010, ele assim respondeu: “Quando eu percebi que já não estava me protegendo dos problemas que ainda me cercavam, resolvi voltar.  Senti que já estava me acostumando com o perigo!”
Assim é a nossa vida, quando começamos a aprender a dirigir um carro, ficamos apreensivos e mantemos muito cuidado para não cometermos erros. Procuramos seguir às regras de trânsito em todos os seus detalhes. Porém, quando já estamos acostumados com a direção de um veículo, corremos o risco de nos tornamos descuidados e até negligentes com a segurança. É nesse momento que corremos o maior risco! No nosso dia a dia, a situação é semelhante. Se não ficarmos atentos com pequenos detalhes para uma sobrevivência segura, corremos risco de acidentes e doenças. Na nossa vida espiritual essa situação também pode acontecer, aos poucos vamos negligenciando com a nossa fé. Esquecemos de orar, pelo prazer de orar. Apenas quando estamos atravessando dias difíceis é que nos lembramos de recorrer a Deus. É comum, passarmos algum tempo sem agradecermos por tudo que temos e demonstrarmos gratidão pela nossa vida. Vamos vivendo sem nenhuma preocupação de mantermos nosso corpo, nossa mente e nosso espírito conectados. Esquecemos que existe alguém superior que nos ajuda a viver. É dessa forma que nos expomos aos perigos. Portanto amigos, vamos ficar atentos com a direção da nossa vida, como se estivéssemos aprendendo a “pilotar” um automóvel. Cuidando do pedestre, tendo atenção às cores dos semáforos e, não esqueçamos de agradecer aos “guardas”, sempre atentos na forma com que estamos conduzindo nossos veículos ou será vida!