sexta-feira, 16 de agosto de 2019

ÚLTIMA DOSE!

(POR) EDISON BORBA




Só vou usar essa vez. Será a última vez. Depois … Depois eu deixo de usar essa (droga). Eu não sou viciado! Essas foram as últimas palavras da jovem mulher que morreu de overdose. Creio que essas foram as palavras (últimas) de muitos que morreram pelo uso excessivo de substâncias químicas.
Jimi Hendrix, Janis Joplin, Amy Winehouse, Whitney Houston são alguns dos muitos exemplos da dose final ou overdose, que acabou com a sobrevivência deles.

WOODSTOCK

Eu era assim nos tempos do Woodstock.

AS PRAGAS BRASILEIRAS

(por) Edison Borba


Assim como aconteceu no Egito, o Brasil vem sendo assolado por pragas. Há anos que o povo brasileiro sofre com situações complexas. Padres, Pastores, Babalorixás, Rabinos e muitos outros religiosos conclamam seus fiéis a rezarem e orarem por melhores dias. É necessário espantar uma nuvem de gafanhotos e “gafanhotas” que estão consumindo tudo que encontram. São muitos e alguns já se reproduziram. Eles estão espalhados pelo território conhecido como DF e se abrigam em casamatas de concreto conhecidas como senado, câmaras e palácios. Essas pragas podem ser comparadas com as que assolaram o Egito.
Alguns videntes e sensitivos reunidos com religiosos afirmam que há uma espécie de manto cobrindo o Brasil, chamado impunidade, que é derivado da imunidade. Esse manto é escuro, como as togas dos juízes, que acobertam os ninhos onde essas pragas se escondem.
Uma vidente famosa afirmou que o povo terá que trabalhar mais de 40 anos, vagando de emprego em emprego até obter o descanso prometido.
Quem viver verá!



quinta-feira, 15 de agosto de 2019

WOODSTOCK


Woodstock Music & Art Fair foi um festival de música realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969 na fazenda de gado leiteiro de 600 acres de Max Yasgur, próximo à região de White Lake, na cidade de Bethel, no estado de Nova York, nos Estados Unidos.

CARPE DIEM

(por) Edison Borba



Horácio, em seu poema Carpe Diem, acena para que os dias sejam bem aproveitados. Longe de ser uma proposta egoísta, curtir bem o  dia, significa que devemos cuidar  bem dele, sem egoísmos e egocentrismos. Precisamos estar conscientes de que todas as criaturas do mundo precisam viver plenamente, numa constante troca.
Devemos cuidar da Terra com carinho, utilizando o que ela pode nos dar e tendo o cuidado de não depredar ou devastar. Saber colher e também saber plantar!
Devemos ensinar aos mais jovens a importância do planeta. Ele é de todos. De todos os povos. Aproveitar sem depredar!
Devemos curtir os dias, lembrando que a  liberdade de um não pode interferir na liberdade dos outros.
Devemos saber partilhar, dividir, respeitar e amar ao próximo, sendo ele até de outra espécie.
Devemos curtir o dia, não esquecendo que o hoje garante o amanhã, como o ontem permitiu a existência do hoje.
Devemos curtir o dia, sem ferir os sentimentos alheios. Sabendo amar. Sabendo cuidar. Sabendo zelar por tudo e todos com sutileza e carinho.
Devemos curtir o dia,  lembrando das futuras gerações. Curtir não pode significar destruir. Curtir saudavelmente!
Devemos curtir a vida, pelo prazer de estarmos  vivos. 


CONVITE

BIENAL DO LIVRO / 2019 - Pod Editora / RJ

A Pod Editora convida para:

O lançamento do livro "UM HOMEM E SUA BARRIGA" de Edison Borba,  dia 01 de setembro, domingo, às 16 horas.
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Encontro com o escritor Edison Borba, dia 04 de setembro, 4ª feira das 14 às 16 horas. Conversando sobre o Projeto Prazer de Ler - Prazer de Ouvir e sobre os livros "UM HOMEM E SUA BARRIGA" e "REFERÊNCIAS FEMININAS".
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Pavilhão Verde - Rua 51.

ME AJUDA AÍ, PÔ!

 (por) Edison Borba


Problemas normais? Se é problema, pode ser normal? Não consigo entender a "fala" dos nossos governantes considerar o péssimo atendimento nos hospitais públicos, as imensas dificuldades com a educação em todos os estados da federação, a falta de saneamento básico, o desmatamento, a violência entre outras situações trágicas, como problemas normais. Não sei se essa observação é apenas uma forma "distraída" de falar ou se é descaso e indiferença com a vida dos trabalhadores brasileiros. Será que nós moradores do Rio de Janeiro, temos que considerar "normal" os enfrentamentos entre os milicianos, policiais e traficantes. Temos que nos sentir tranquilos com a quantidade de brasileiros que diariamente RESOLVEM morrer colocando-se na mira das balas perdidas? Vamos considerar tudo isso e muito mais tragédias, como "problemas normais"? 
Como costuma falar um conhecido jornalista: ME AJUDA AÍ, PÔ!!!