sábado, 19 de outubro de 2019

A BANCA DO DISTINTO

(por) Edison Borba

                                 
Dolores Duran e Elis Regina, gravaram "A BANCA DO DISTINTO", cuja letra contém um recado para os que se acham acima do bem o do mal. Os que posam de doutor e caminham cheios de orgulho. Não carregam embrulho, pois afirmam que é "coisa de pobre". Eles esquecem que a bruxa é cega e não escolhe hora nem lugar para os encontrar.  O infarte acontece e a vida estanca, jogando por terra toda a "banca do distinto". Os cemitérios estão cheios de gente vaidosa e orgulhosa, que acreditavam que jamais desceriam a escada da vaidade, mas como todos sabemos, quanto mais alta a escada maior é tombo do orgulhoso e, no final todo mundo é igual com terra por cima e na horizontal.







UM ENCONTRO & OS ENCONTROS

(por) Edison Borba


Com a chegada do final do ano, as agendas começam a ficar cheias de compromissos, na maioria são encontros. Rever, abraçar, relembrar reencontrar aquele amigo, companheiro, colega de escola ou de trabalho, numa onda de alegria e lembranças. Algumas vezes choramos e "bebemoramos" pelos que se foram para outro lugar por mudança ou por que o seu tempo aqui na Terra acabou. Mesmo assim a alegria dos abraços e tilintar das taças não deixam que a magia do encontro se perca. A saudade tem que alegre! Lembranças dos momentos que foram vividos em outros tempos e, que estão eternizados em nossas memórias. Foi assim, ontem dia 18 de outubro quando um grupo do Colégio Estadual Heitor Lira, mais uma vez se reuniu para festejar a vida! Entre todos os colegas que lá estiveram, a presença do nosso amigo "decano" Raymundo ou "Raimundinho", como é delicadamente conhecido, nos enche de alegria e esperança. Temos que agradecer a persistência e alegria da querida amiga Teresa que se empenha em manter os nossos encontros. Obrigado Teresa!
Foto dos anos 70 - reunião de professores no C.E.H.L.

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

A CRUZ DE CADA DIA


(por) Edison Borba












É comum ouvirmos da boca de cristãos, “estou carregando a minha cruz”, para se referir a sofrimento, a tristeza, as dores e dissabores. Quando proferimos essas palavras, estamos colocando-nos no lugar de Jesus. Estamos querendo fazer o papel de Cristo e até certo ponto nos igualarmos à ELE. Lembremo-nos que a cruz é símbolo da cristandade, ela nos revela amor, esperança e paz. Associarmos a cruz ao sofrimento é uma forma de não percebermos o verdadeiro significado do cristianismo.
Quando Jesus se deixou matar sobre uma cruz, ele nos libertou para uma vida de paz, amor e alegria, pois naquele momento o seu magnífico perdão foi espalhado por toda a humanidade criada por seu PAI.
Infelizmente, não soubemos aproveitar de forma conveniente aquele momento e continuamos a trilhar um caminho contrário a toda a sua palavra. A cruz que Jesus nos deixou, tem que ser sentida como o símbolo máximo da nossa fé, da nossa vontade de sermos cada vez melhores e, a cada minuto, repudiarmos toda forma de preconceito e violência. Precisamos realmente abraçarmos a nossa CRUZ, mas sem conotação de infelicidade, mas como a maior representação da felicidade que é ser CRISTÃO.

HOLLYWOOD EM BRASÍLIA

(por) Edison Borba



Dizem que a arte imita e vida ou que a vida imita a arte, seja lá como for, estamos acompanhando uma saga que está acontecendo em Brasília, que neste momento se tornou a nossa Hollywood, apresentando-nos uma nova versão de um sucesso cinematográfico de 1976, estrelado por Robert Redford e Dustin Hoffman, o famoso filme "Todos os Homens do Presidente". A nossa versão poderá ser intitulada como "Todos os Filhos do Presidente" e narra os conflitos que estão acontecendo nos bastidores das assembleias e corredores palacianos. Quem sai, quem fica, quem é quem nessa película onde escândalos poderão intervir na governância. Será que estamos vivenciando o nosso Watergate? O ano de 1972 foi crucial para os Estados Unidos, o que seria apenas um caso de espionagem partidária explodiu, tomando proporções cinematográficas! Como será o desfecho do "Watergate" das bananas?






DEUS NOS QUER ALEGRES!


(por) Edison Borba



Quero vadiar, quero dançar, quero rodar e cantar
Ao som das violas, das palmas e da cantoria
Vamos deixar os problemas de lado
As tristezas lá fora, o medo no cabide e vamos nos alegrar
Venham sem preconceito, todos vadiando
Sem medo de ser feliz! Sem medo de ser criança!
Colorindo o salão com as cores dos nossos corpos
Todos vadiando sem receio do que vão falar de mim!!!
Vamos nos livrar das tristezas e incorporar só belezas
Aquelas que Deus nos deu!
Vadiando pra ser feliz, deixando os lamentos bem longe
Venham, vamos nos divertir! Deixemos o som nos envolver
Nesta roda de mãos dadas, somos apenas humanos
Felizes vadiando, cantando, dançando e louvando
Venham, venham! Vamos nos alegrar
Orar também é cantar! Ser feliz é uma benção
Deixe de lado o “quem eu sou”.
Livre-se dos “PRÉ” conceitos
Viver vale a pena! Nos amando uns aos outros
Como JESUS NOS ENSINOU!



LIVROS

EDISON BORBA Professor / Escritor  
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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

ENSINAR E APRENDER / ARTE E PRAZER

 (por) Edison Borba


O ato de aprender é intuitivo e genético nos seres humanos. A princípio, é preciso aprender para sobreviver. O instinto de preservação nos transforma em aprendiz. Uma força interna nos impulsiona para as primeiras atitudes que irão garantir a nossa existência. Para cada nova aprendizagem, as recompensas surgem e com elas o prazer, que nos estimula a buscar cada vez mais e mais e a lutar pela manutenção da vida.Quando chegamos ao período escolar, somos “obrigados” pelas Leis, à nos submetermos ao ensino formal. Esse momento é de vital importância para que continuemos a sentir o prazer do aprender. Apesar das regras impostas por esse tipo de aprendizagem, é necessário que haja prazer em recebê-lo. O conhecimento, imposto pela estrutura formal da pedagogia escolar, não pode deixar de estimular a vontade de aprender, mantendo a fome do saber, sempre acesa, sendo saciada gradativamente, e nos proporcionando prazer. À medida que a educação formal nos alimenta ela precisa nos provocar mais fome, de tal forma que a busca pela saciedade não se faz apenas nas salas de aula. É necessário que os aprendizes busquem saberes em museus, teatros, livros, cinemas, na comunidade e na sua casa. O conhecimento passa a ser conseguido em qualquer espaço, e precisa tornar-se uma necessidade constante e insaciável.Quanto mais aprendemos, mais vontade temos de aprender e apreender o novo e transformá-lo em mais vontade, a tal ponto que precisamos dividir esse saber. Ler, escrever, contar e cantar, dividindo o que foi aprendido é a forma de alimentar outros seres e mantermos a nossa história viva.Todo esse ciclo é provido pelos mestres e suas formas de trabalhar. As atividades escolares devem ser lúdicas, e estimular os alunos a mergulhar pelo mundo de aventuras, pelo mundo do conhecimento. As metodologias precisam ser diversificadas provocando  a vontade de descobrir cada vez mais. Aprender é um ato desafiador que vai além dos muros escolares. Os múltiplos universos, que se entrelaçam nas classes, transformam a arte de ensinar num jogo de satisfação, onde o educando nunca se cansa de beber das fontes culturais num movimento constante de prazer, onde o ato de ensinar e o de aprender se mesclam numa roda viva que transcende ideologias para dar lugar apenas a arte de ensinar e o prazer de aprender.