terça-feira, 12 de novembro de 2019

PATÉTICOS!

(por) Edison Borba


Às vezes fico a pensar nas patéticas figuras dos ladrões brasileiros. Não me refiro aos "ladrões de galinha" os conhecidos como "pé de chinelo", mas nos que se vestem com paletó e gravata (que é quase um uniforme), vestidos elegantes e bolsas de marca famosa e nos  que usam toga e ostentam um ar senhorial, são nessas bizarras figuras que penso. Por que roubam tanto? Por que são insaciáveis? Por que se colocam em altares e se idolatram? Por que tanto egocentrismo? Quem são essas pessoas? Sempre famintas! 
Buscam satisfação pessoal sem demonstrar nenhum medo, arrependimento ou algum tipo de sentimento que poderia nos permitir classificá-los como humanos! Quem são eles e elas? Se excitam quando falam ostentando uma oratória idolátrica, quase entrando em êxtase de tanto orgulho que sentem de si mesmos! Patéticos! 
Por que roubam tanto? Por que corrompem tanto? Por que nunca conseguem saciar suas fomes e sedes? Dinheiro, jóias, viagens, palácios, comidas e bebidas e suas barrigas estão sempre desejando mais e mais. Algumas vezes eles são vistos em cerimônias religiosas, geralmente com óculos de lentes escuras, para que o povo não consiga ver as suas almas. Seriam eles extra terrestres?Sociopatas? Quem são eles? Por que se proliferaram tanto no Brasil? Eles me causam medo, tristeza, repúdio e uma enorme sensação de nojo!

ABRAÇOS

(por) Edison Borba




Que eu pudesse ter muitos braços para te envolver num abraço, formando um belo LAÇO!

REPARTINDO O AMOR

(por) Edison Borba


Quando a gente está feliz e contente,a vontade da gente é repartir esse sentimento com todo mundo que encontramos "pela frente"! (Só para rimar) - Mas, a verdade é essa! Não se pode ser feliz sem repartir esse sentimento. Os cães e os gatos são excelentes exemplos nesse quesito. Eles não sentem nenhuma "vergonha" em divulgar, espalhar e dividir alegria e amor.
Portanto sejamos como eles,

               SEM TER VERGONHA DE SER FELIZ E SEM ECONOMIZAR ALEGRIA,

                       Vamos abraçar e espalhar amor pelo mundo!
                     Foi essa forma de viver que JESUS nos ensinou!



segunda-feira, 11 de novembro de 2019

HUMANIDADE & ANIMALIDADE

(por) Edison Borba

                                         
Analisando a escala evolutiva, encontramos os seres humanos ocupando o  ponto mais alto. Graças ao excelente desenvolvimento de um cérebro e um sistema nervoso altamente especializados, os humanos receberam o título de "sapiens". Porém, há séculos o comportamento agressivo e violento humano vem  se destacando deixando cada vez mais evidente que a "animalidade" no seu pior sentido está cada vez mais aflorada. O pertencimento a uma coletividade,  vem acirrando a competitividade, onde os interesses de um grupo se chocam com as necessidades de outros. E assim, formam-se os mais fortes, que usam a sua  "força" contrariamente a outros considerados mais fracos. E dessa forma os fortes ficam mais fortes e os fracos, são cada vez mais forçados a se enfraquecerem. A humanidade como um todo, está  se fragmentando graças à rivalidade entre os grupos sociais. Nessa fragmentação da humanidade, busca-se um pertencimento, para preservar a própria vida. Adotar um partido político, ingressar numa atividade  religiosa ou procurar outra variável grupal, em muitos casos não se trata de buscar uma ideologia, mas a própria sobrevivência. De uma forma grotesca, podemos espelhar essa situação num estádio de futebol, onde a preservação da vida, está no pertencimento à uma torcida, onde se pode buscar refúgio e proteção. Infelizmente, essa divisão desumana dos humanos, está colocando em risco o seu habitat (o planeta Terra) e consequentemente a própria existência do tão "esperto" sapiens.

domingo, 10 de novembro de 2019

MEDIDAS ...

(por) Edison Borba


Medidas e mais medidas! Muitas vezes nos questionamos, reduzindo a uma situação aparentemente simples o que pode não ser tão simples assim. Vejamos alguns acontecimentos: 
Diante de um compromisso, pensamos que chegar atrasado "apenas" por dez minutos, não fará nenhuma diferença! Será? 
Para as outras pessoas ou para àquela pessoa que nos está esperando, qual o valor desse "apenas" dez minutos? Será que o valor ou desvalor que nós acrescentamos é o mesmo?
Conta a lenda que um diretor de teatro despediu um assistente de palco, "apenas" porque ele esqueceu de colocar sobre uma das mesas que compunha o cenário da peça, um copo com água (apenas um copo com água). Durante o ensaio, com todo o elenco em cena, câmeras, iluminadores e todos os que trabalharam para que a cena fosse realizada, eis que, na hora do ator pegar o copo para colocar veneno, o copo não estava no lugar !!!! Corta!!! Diversas pessoas comprometidas com a gravação, pararam suas atividades. Prejuízo financeiro, emocional e outros tantos que não podemos mensurar, como o humor do elenco. O funcionário foi demitido. Sua dispensa foi uma medida muito severa?
Muitas vezes não conseguimos mensurar o tamanho de uma atitude, nossa ou de outra pessoa. Dez minutos de atraso ou o esquecimento de um copo numa cena de teatro, são exemplos que aparentemente não conseguimos pesar as suas consequências e portanto não sabemos como julgá-los, sendo assim o melhor é  tentar não cometer pequenos erros, pois não sabemos as consequências que eles irão causar. 
Uma pitada de sal a mais ou a menos, pode estragar todo o almoço!





sábado, 9 de novembro de 2019

DIA DE DOMINGO!

(por) Edison Borba
                             


Hoje é domingo pede cachimbo, o cachimbo é de barro, bate no jarro, o jarro é de ouro bate no touro, o touro é valente, bate na gente, a gente é fraco, cai no buraco o buraco é fundo, acabou-se o mundo.

Hoje é domingo, pé de cachimbo, cachimbo é de ouro, bateu no touro, touro é valente, bateu no tenente, tenente é fraco, caiu no buraco, buraco é fundo, acabou-se o mundo!


Hoje é domingo, dia de visitar a família, vestir roupa bonita e encontrar um novo amor. Hoje é domingo dia de macarronada com carne assada com recheio de linguiça.

Hoje é domingo, dia de feira, de almoço em família. Dia de ler o jornal e deixá-lo espalhado pelo chão da sala. Dia de curtir um cineminha.

Hoje é domingo, dia de ir à igreja rezar pelo mundo. Pedir perdão dos pecados que voltaremos a cometer durante a semana. Dia de passear na praça, ou ir a praia. Dia de ficar na cama aproveitando aquela “quenturinha” do travesseiro. Dia de não fazer nada, ficar curtindo a vida pelo simples prazer de estar vivo. Dia de ver televisão, ouvir música, curtir os amigos e a família.

Hoje é domingo, dia de agradecer à Deus! Agradecer e agradecer e agradecer e ...




A REVOLUÇÃO DAS LETRAS

(por) Edison Borba
                   

Certo dia ao aproximar-me da prateleira onde guardo meus livros, ouvi um murmurinho. Curioso, aproximei-me dos livros que estavam colocados naquele espaço. Lindos livros de capas coloridas todos arrumados por ordem de tamanho. Ao chegar bem pertinho percebi que aquele barulhinho estava vindo dos meus livros, aqueles que eu escrevi. Um a um fui retirando-os da prateleira e colocando-os sobre a mesa, tendo o cuidado de abri-los em páginas aleatórias. Foi dessa maneira que me vi envolvido por um mundo de letrinhas, que se desprenderam das páginas e começaram a dançar ao meu redor e, em coro perguntaram o meu nome. Assustado e com o coração acelerado respondi e, deu-se então um estranho diálogo. As letras que eu usei para escrever as histórias contidas naqueles livros estavam curiosas para me conhecer. E dançando ao meu redor questionaram-me sobre os motivos que levaram-me  as usar em meus poemas, contos e crônicas. Algumas, tomando uma atitude hostil, colocaram-se em oposição ao que eu havia escrito. Criticaram o meu estilo e até apontaram um certo mau gosto em minhas obras. Porém, outras letrinhas, abraçadas em sílabas cantavam alegremente apoiando as minhas ideias. Essas apontaram-me novos caminhos e propuseram novas uniões para que novas palavras fossem criadas. Fizerem sugestões e observações sérias em ralação ao uso que faria de cada uma delas. 
Eu, não sabendo o que fazer, sem em quem acreditar no que estava acontecendo, rapidamente fechei os livros e os recoloquei na prateleira. Porém, fiquei refletindo sobre o que havia acontecido e pensei bastante no que escreveria daquele dia em diante. Afinal, as letras não podem ser usadas para formarmos qualquer palavras. Precisamos ter cuidado ao usá-las, para que elas não se transformem em armas capazes de formarem palavras que poderão machucar seriamente os nossos amigos.