(por) Edison Borba
A rosa, rainha das flores, chorava em seu jardim
Uma violeta sensível, com aquela triste cena
Perguntou a bela flor, sobre tamanho dissabor
A rosa então falou:
Dizem que sou a rainha, deste encantador jardim,
Mas estou sempre sozinha, ninguém se aproxima de mim
A violeta, bem baixinho sussurrou:
Você é cheia de espinhos, que ferem quem de ti se aproxima
A vaidosa rosa vermelha, sorriu e respondeu:
Sou a rainha das flores, não preciso de amores,
Sou assim! Uma beleza que causa dores!
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
domingo, 8 de dezembro de 2019
IRMÃO & AMIGO
(por) Edison Borba
Meu irmão. Meu amigo.
Vê-lo em minha casa, sentado à mesa comigo, fez-me viajar até à nossa infância. Num piscar de olhos, lá estávamos, sob à sombra do frondoso cajazeiro, cortando papel para a rabiola da nossa pipa, que só você sabia empinar. Era linda, colorida como as penas de uma ave. Como era mágico ver você fazer a nossa pipa dançar no céu azul. Que saudade bateu em mim, lembrando as noites frias de junho, quando ficávamos deslumbrados com a luz dos fogos de artifício, principalmente as estrelinhas. Você acendendo o pavio das "rodinhas" que espetávamos numa vara, que eu segurava. Quanta alegria ver aquele artefato girando e girando espalhando fagulhas de encantamento. O tempo passou, ficamos adultos, o tempo nos distanciou geograficamente, você no Planalto Central e eu à beira mar no Rio de Janeiro. Mas ainda consigo sentir-me seguro com a sua presença, o mesmo sentimento que se fazia em meu coração, quando nas madrugadas eu acordava com medo, mas vê-lo dormindo pertinho de mim, me trazia um sentimento de segurança e eu voltava a dormir.
Querido irmão, meu "mano" Cesinha, que alegria ter você aqui na minha casa, conversando e curtindo o nosso café com leite como fizemos em todas as tardes da nossa infância.
Voltamos por alguns instantes a sermos crianças lá no bairro de Inhaúma,lembramos do jornaleiro, da padaria nova (havia também a padaria velha), dos nossos companheiros e dos muitos momentos de alegria que apenas uma criança sabe sentir,
Valeu meu irmão!
Voltamos por alguns instantes a sermos crianças lá no bairro de Inhaúma,lembramos do jornaleiro, da padaria nova (havia também a padaria velha), dos nossos companheiros e dos muitos momentos de alegria que apenas uma criança sabe sentir,
Valeu meu irmão!
O PODER DAS FAMÍLIAS
(por) Edison Borba
Durante as comemorações do aniversário da minha irmã Neyde, pude observar o quanto as famílias são importantes na organização de um País. A base, as raízes e o sustentáculo de uma Nação esta na organização familiar. A aniversariante era Neyde, a matriarca de uma grande família cujas origens estão do outro lado do oceano, em Portugal. Do seu casamento com um Guimarães deu-se a união de duas fortes famílias: Borba e Guimarães.
Para comemorar os seus 80 anos vieram os Carreiras, os Avelar, os Cavalcante, os Freire, os Maynart, os Veiga, os Martins e muitos outros representantes das diversas famílias que formam a população brasileira.
Mais do que uma festa de aniversário, o que aconteceu no dia 7 de dezembro de 2019 foi uma demonstração da importância das famílias dos trabalhadores do Brasil, que através de suas ações e lutas carregam e sustentam essa Pátria chamada Brasil.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
COMEÇANDO DO ZERO
(por) Edison Borba
Numa linguagem
matemática, começar do zero pode significar dar início a uma
contagem para mais ou para menos tendo o zero como referencial.
Em leitura, pode
sinalizar ter que voltar ao início do texto, após alguns
tropeços na leitura, que poderão interferir no entendimento do
conteúdo da história.
Nas relações
conjugais, afetivas e amorosas tem como possibilidade, refazer a
relação. Apagar o passado e começar de novo, do zero, esquecendo
principalmente os maus momentos.
Numa escala de
dificuldades, começar do zero em matemática pode ser mais fácil do
que na leitura. Quanto às relações humanas, começar do zero, vai
significar esquecer mágoas, traições, desencontros e outras
situações e sentimentos nocivos ao equilíbrio do amor e da
amizade?
Porém, acredito que
da mesma maneira que devemos refazer um problema matemático,
recomeçar a leitura de um texto, também nos relacionamentos deve
valer à pena dar uma nova oportunidade e após rever erros e
acertos, começar do zero.
Começar do zero,
significa que não se perdeu as esperanças. Que ainda é possível
encontrar o caminho certo. Que sempre vale a pena buscar a
felicidade!
ORANDO
(por) Edison Borba
Em Deus eu confio. A ELE entrego a minha vida.
Em Deus eu confio. A ELE consagro a minha família.
Em Deus eu confio. A ELE toda honra e glória.
Em JESUS me consagro e com ELE me identifico
Em JESUS me sinto seguro e sei que ELE é meu amigo
Em MARIA eu busco aconchego e compreensão
Em MARIA tenho a certeza do amor de mãe.
E assim eu me deixo enlevar pelo sagrado
E assim eu me sinto consagrado
E assim peço pela minha família - Consagração!
Que meu lar seja abençoado hoje e sempre!
Cada vez mais tenho certeza da presença de Deus em meu coração! Amém!
Em Deus eu confio. A ELE entrego a minha vida.
Em Deus eu confio. A ELE consagro a minha família.
Em Deus eu confio. A ELE toda honra e glória.
Em JESUS me consagro e com ELE me identifico
Em JESUS me sinto seguro e sei que ELE é meu amigo
Em MARIA eu busco aconchego e compreensão
Em MARIA tenho a certeza do amor de mãe.
E assim eu me deixo enlevar pelo sagrado
E assim eu me sinto consagrado
E assim peço pela minha família - Consagração!
Que meu lar seja abençoado hoje e sempre!
Cada vez mais tenho certeza da presença de Deus em meu coração! Amém!
MEU FILHO - UM DESCONHECIDO!
(por) Edison Borba
É
comum vermos e ouvirmos nos noticiários policiais, mães em
desespero repetirem aos prantos – “não criei meu filho para ser
bandido!”
Essa
e outras exclamações são comuns nas conversas entre amigos, nas
confissões religiosas e nas reuniões familiares; os pais
lamentando-se pelas escolhas dos filhos que não correspondem às
suas expectativas. Sabemos
que um adulto, forma-se a partir de uma série de influências, muitas vezes somos indiretamente responsáveis pelos caminhos escolhidos por nossos filhos, ou restringimos demais ou "amamos" demais ou nada fazemos e deixamos o barco seguir na correnteza do rio.
Não
criei meu filho para ... Será mesmo?
Antes
de julgar as escolhas de quem você tanto ama, faça uma boa e séria
reflexão sobre o que você deu a ele (às vezes em excesso) ou
deixou de dar (o que às vezes era barato) mas deu o mais caro
financeiramente.
Sabendo
que para toda regra haverá sempre uma exceção, os "desvios" podem
acontecer até mesmo sob os mais organizados e felizes tetos. Mas, o
que são os "desvios"? Importante lembrar que cada um de nós é único e especial, portanto não podemos esperar dos nossos filhos "respostas" exatamente como nós planejamos e sonhamos. Aquilo que algumas vezes chamamos de "desvio" é apenas a manifestação real daquela pessoa, que eu chamo de filho. Optar por uma profissão daquela que sonhamos ou mudar de cidade ou até de país para tentar a sua própria "sorte". Apresentar um escolha sexual fora dos padrões sociais ou ter uma visão religiosa diferente da sua família. É sempre bom lembrar, que seja em que condição for,
filho é filho, venha ele com defeito ou perfeito somos nós, os pais
e os familiares responsáveis pelo seu nascimento. Respeitar sem agredir, acusar e até rejeitar não resolverá a questão. Amor! Sempre será o amor, aquele que Jesus nos ensinou, o melhor caminho para uma convivência pacífica e amistosa.
Não criei meu filho para ... Eis aqui uma séria questão para quem tem ou pretende ter filhos!
Não criei meu filho para ... Eis aqui uma séria questão para quem tem ou pretende ter filhos!
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
A ROUPA NOVA DO REI!
(por) Edison Borba
Hoje, após assistir aos telejornais da manhã, fiquei pensando na tristeza em que vivem os Dinamarqueses. Que monotonia! Política sem escândalos, "comunidades" (??!!) pacíficas, ruas pouco sujas, sistema médico organizado, educação de boa qualidade, violência (que violência??). O que resta para esse povo? Não tem baile funk, não tem saidinha de banco, não tem atraso de pagamento dos trabalhadores. Que horror! Se algum leitor apresentar algo terrível que acontece na vida dos dinamarqueses, por pior que seja a situação, ela não passara´da tragédia do patinho feio, narrada pelo escritor dinamarquês Hans Christian Andersen. Talvez a neve seja uma coisa trágica! Será que os políticos, os juízes e os governantes desse país sem graça, não se envolvem em corrupção? Realmente deve ser muito difícil viver na Dinamarca! Eles sabiam ontem o que aconteceria hoje e hoje, irão dormir com a tranquilidade do que irá acontecer amanhã, salvo se algum menino apontar para a "roupa nova de algum rei".
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