quinta-feira, 12 de setembro de 2019
DÚVIDA CRUEL!
(por) Edison Borba
Sinceramente não posso colocar o Brasil como o pior País do mundo. Sei o que está acontecendo na Venezuela e também o que ocorre em diversos países africanos, além de outros fatos que acontecem por esse "mundo de meu Deus". Porém, não consigo entender a qualidade genética dos políticos, empresários, parlamentares, juízes, magistrados entre outros seres masculinos e femininos que, com algumas exceções, ocupam esses e outros importantes cargos em nossa sociedade. O que leva esses seres, como disse acima, com exceções, são mentirosos, corruptos, ladrões, safados, desavergonhados, falsos, debochados, desumanos demonstrando total descompromisso com o País em que nasceram e com a Pátria que juraram defender. Muitos já foram denunciados, presos, acusados, desmascarados mas continuam a agir maldosamente e voltam a ser reeleitos para continuar suas rapinagens. O que também me assusta e a facilidade com que esses "monstros" procriam e muitos dos seus descendentes já começaram a demonstrar a força maléfica da Genética desses seres desumanos. Sei que algumas pessoas poderão criticar-me, achando que sou exagerado nas observações feitas acima, mas desafio quem possa me desmentir totalmente. Sou professor, militante, atuante, eleitor consciente e continuo acreditando no meu País. Muitas melhoras aconteceram desde o meu nascimento, mas poderíamos estar numa situação muito melhor, se "apenas" 50% dos corruptos por "apenas" um ano, deixassem de agir de forma desonesta e se comportassem como brasileiros honestos e trabalhadores.
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
ERA UMA VEZ UM BAR ...
(por) Edison Borba
Era uma vez um bar! Era um daqueles antigos bares que funcionavam no centro da cidade do Rio de Janeiro, na rua da Carioca, uma rua bem carioca. Era um desses lugares bares onde o almoço se espichava por horas e horas. Tempos em que homens de paletó e gravata e mulheres usando finas meias de nylon, sentavam-se elegantemente à mesa forrada por toalha de pano absolutamente branco e se deliciavam com um aperitivo enquanto esperavam que os seus pratos fossem preparados. Nada apressado.Tudo tranquilo. Conversas alongadas entre baforadas de cigarro. Garçons solícitos, traziam bebidas, antes até do freguês solicitar. Tudo acontecia como se na Europa estivéssemos. Guardanapos de pano, elegantemente dobrados não faltavam para os clientes, como também os cinzeiros e os galheteiros. Era um outro mundo. Um outro Brasil que se podia vivenciar dentro do bar Luiz.
Os tempos passaram e mudaram! Não há mais tempo para almoçarmos sentados em mesas atoalhadas e esticar uma conversa enquanto se espera pelo "filé à Oswaldo Aranha". Não há mais paciência para a sobremesa e nem para o cafezinho trazido no pequeno bule de metal e servido em xícaras brancas. Esse mundo acabou! Esse tempo findou e com ele se foi o bar Luiz. Fiquemos com as boas lembranças, com as histórias, com as fotos e com a saudade. Não há como retroceder, o tempo passou e com ele "coisas" de um Brasil que não existe mais. Tentar parar o relógio é impossível, portanto deixemos o fluxo da vida seguir, mas não podemos tirar da memória as boas lembranças e passá-las adiante como uma maneira de preservarmos um tempo que foi nosso, dos que viveram a "belle èpoque" do Bar Luiz.
11 DESETEMBRO
(por) Edison Borba
O tempo passa mas as cicatrizes ficam como um sinal de alerta, para que não esqueçamos do que aconteceu. Existem cicatrizes de coisas boas, elas nos trazem gostosas lembranças de algo ou de alguém, que não passou em branco pela nossa vida. Existem até cicatrizes coloridas, que nos fazem recordar uma tarde de outono com o amarelo das folhas das árvores fazendo parte do cenário, ou então uma noite prateada onde a lua se fez presente marcando um lindo momento. Sim! Existem cicatrizes boas! Nós não as percebemos, porque não incomodam-nos, ficando portanto esquecidas. Porém, as deixadas pela dor, essas são as mais lembradas. São sofridas e capazes de nos fazer reviver momentos trágicos. Suas cicatrizes, possuem a importância de nos manter alertas, para que aquela tragédia, cuja marca está em nós não volte a acontecer. Onze de setembro de 2001, um dia que deixou muitas cicatrizes no mundo. Uma tragédia que não pode ser esquecida, para que possamos nos manter alertas, prontos para interferir quando houver sinal de perigo.
Hoje, dia 11 de setembro de 2019, temos a obrigação de lembrarmos aquela manhã de 2001. Temos que recordar os mortos e os heróis. As viúvas e os órfãos e todos os que de alguma maneira perderam sonhos, planos, amores, alegrias e tantas outros sentimentos naquele fatídico dia.
Um fato como o de 11 de setembro de 2001, não ocorreu repentinamente, houve um preparo, uma organização, que os bons não perceberam. Os maus, sutilmente, são capazes de planejar e executar planos, que os bons não conseguem perceber. Portanto, que esse 11 de setembro, possa servir como alerta, para que fatos como esse não voltem a acontecer.
********** É importante lembrar também, a grande solidariedade que se formou em torno da tragédia, deixando transparecer, que se existem os maus para jogarem as bombas, também existem os "BONS" que sempre irão vencer a batalha!
Um fato como o de 11 de setembro de 2001, não ocorreu repentinamente, houve um preparo, uma organização, que os bons não perceberam. Os maus, sutilmente, são capazes de planejar e executar planos, que os bons não conseguem perceber. Portanto, que esse 11 de setembro, possa servir como alerta, para que fatos como esse não voltem a acontecer.
********** É importante lembrar também, a grande solidariedade que se formou em torno da tragédia, deixando transparecer, que se existem os maus para jogarem as bombas, também existem os "BONS" que sempre irão vencer a batalha!
terça-feira, 10 de setembro de 2019
SERIA CÔMICO, SE NÃO FOSSE SÉRIO ...
(por) Edison Borba
Fiquei emocionadíssimo ouvindo o apelo do Senhor Procurador, que implorava por sobrevivência, questionando: "Como é que o cara vai viver com 24 mil reais?"
Porém, chorei muito quando um trabalhador, falou: "Como é que eu e minha família estamos sobrevivendo com o salário mínimo?"
PAUSA PARA MEDITAÇÃO:
Às vezes tenho a sensação que estamos enlouquecendo coletivamente ou então tem gente debochando da nossa cara. A questão não está no alto salário do senhor procurador, mas em sua indignação colocada abertamente para que todos ouvissem. Senhor Leonardo, Vossa Senhoria tem noção do que acontece no Brasil? Sabes o valor do salário mínimo? Está informado do nível de desemprego que assola o nosso Pais? Se 24 mil reais é um "miserê"; como o senhor classifica o salário da maioria dos aposentados? E das viúvas? E dos operários?
Sua fala seria cômica, se não envolvesse uma situação séria como a miséria em que vive grande parte da população brasileira.
Como dizia a minha vovó: "Tenhas modo! Vá arranjar o que fazer! Vá trabalhar! Está de deboche?"
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
JESUS, O HOMEM!
(por) Edison Borba
Desde que iniciei minhas primeiras lições religiosas, nas aulas de catecismo, na Igreja de São Thiago, no bairro de Inhaúma, a figura de Jesus prendeu a minha atenção. Sua simplicidade, sua
disponibilidade, seu comportamento, sua amabilidade, sua descontração
e sensibilidade para com o próximo encantavam-me. Meus pensamentos de criança ficava a imaginar a grandeza daquele "homem" que nunca se mostrava cansado, estando sempre pronto para ouvir, ajudar e amparar os que o procuravam.
Capaz de
estar bem em todas as ocasiões, fosse com os líderes políticos ou com a população, ele sempre usava palavras de união e amor. Acolhia a todos com o mesmo carinho, sem preconceitos de qualquer natureza.
Mesmo sendo o Filho de Deus, ELE vivia como qualquer trabalhador, nunca negando a sua palavra para os que o procuravam. Sua caminhada era sempre interrompida para atender as crianças, os idosos e os doentes, para os quais tinha sempre um abraço carinhoso.
Homem de gestos e hábitos simples! Quando caminhava pelas cidades sempre encontrava espaço e tempo para acalentar e apascentar seus
seguidores e, para cativar àqueles que ainda o olhavam com
restrições.
Num
momento em que o mundo enfrenta diversos tipos de problemas, um homem
como JESUS, precisa ser lembrado com mais frequência.
Para os que, sentem-se poderosos e, colocam-se acima do bem e do mal, para os líderes religiosos, que proclamam aos brados as suas "verdades", para os que fazem da fé um comércio e transformam milagres em moeda de troca, Jesus representa uma fé despretensiosa, simples, sem acenar para as barganhas milagrosas.
Preciso acreditar que esses "senhores", nos momentos de solidão, quando estão sozinhos em seus gabinetes ou na hora de dormir, caso consigam se lembrar de JESUS, sintam vergonha do triste papel que estão desempenhando na sociedade mundial.
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