quinta-feira, 7 de novembro de 2019

REVOLUÇÃO DA FÉ!


(por) Edison Borba



Quando refletimos sobre a situação que nós brasileiros estamos vivendo, os que guardam no coração, os ensinamentos deixados por Jesus, sentem um aperto e medo. A cada dia nos afastamos mais e mais do caminho da verdade que garante a vida.
Nos últimos anos, o Brasil está entregue em mãos de homens e mulheres, que nada possuem de religiosidade. Corações maldosos, almas violentas e espíritos do mal. Por algum motivo os palácios, as prefeituras, o senado, as câmaras estão habitados por algum tipo de malignidade.
O povo é torturado e humilhado como foram os cristãos ao serem jogados nas arenas com os leões. O Brasil está coberto por um manto de mentira, corrupção, violência e maldade gerada nas grandes reuniões promovidas pelos empresários e parlamentares.
Talvez seja a hora de todas as religiões e religiosos promoverem movimentos para resgatar a nossa Pátria. Talvez, a revolução da fé possa trazer novamente o nosso País para se tornar uma Pátria Mãe Gentil, capaz de tratar o seu povo e humanidade. Expulsemos os ímpios e sujos de coração, do nosso querido País!


HORAS DIFÍCEIS

(por) Edison Borba
                                     

Há momentos em nossa vida que sem uma razão clara, nos sentimos tristes. Não se trata de uma tristeza palpável, das que existem um motivo real, como a perda de uma pessoa querida, ou uma ingratidão vinda de um amigo. Não! Nada aparentemente aconteceu e nos sentimos tristes. Nossa saúde está estável, nada de sério ou perigoso está em nós. Tudo em equilíbrio e, mesmo assim , sentimos um estado de solidão e abandono . Um vazio imenso se apodera da gente deixando-nos como soldados que perderam uma batalha. Precisamos estar alertas para essas "horas difíceis" e sem motivo aparente. Acredito que nos confins da nossa alma, fatos antigos e já esquecidos ainda são capazes de provocar reações químicas, que emergem e nos colocam diante de um vazio profundamente perigoso. É nessa hora que precisamos invocar a presença de Deus, através da nossa fé. Orar! Não recitar palavras decoradas. Nada disso! Conversar com Deus, fazendo uma oração (somente nossa) onde as palavras são a tradução dos nossos sentimentos. Colocar essa aflição nas mãos divinas de nosso Pai Celestial`. Queridos amigos, quando essas "horas difíceis" se aproximarem busquem ajuda na Divina presença de Deus. Somente em seu colo conseguiremos afastar esse tipo de sentimento do nosso coração!

terça-feira, 5 de novembro de 2019

PRAZER DE LECIONAR

(por) Edison Borba


Nos últimos cinco anos minha jornada como professor mudou radicalmente. Acostumado com alunos do ensino fundamental, médio, universitário e até com pós - graduados,  pisei pela primeira vez numa de aula repleta de senhoras. Era uma tarde de sol em Copacabana e, pela primeira vez fui desafiado a trabalhar com um grupo de belas e alegres mulheres. Acostumado, desde os anos 60 a estar em sala de aula, "achei" que sabia como fazer a minha aula. Apesar de ter sido bem recebido pelo grupo, percebi que eu teria que me renovar, reciclar, reestudar e rever a minha forma de trabalhar. Era um novo grupo, com diferentes expectativas e  interesses, o que me obrigou a repensar minha metodologia. Hoje, sinto que essas turmas foram uma benção em minha vida. Trabalho com pessoas ávidas pelo saber. Mulheres que trazem para a sala suas vivências e força me permitindo exercer a função de professor totalmente livre para o ato de "ensinar" e que o ato de "aprender" se tornou parte da minha rotina. Minhas alunas ensinam-me a viver! Estar diante de jovens senhoras que apesar da idade cronológica, ainda querem mergulhar no mundo do conhecimento é um desafio para a minha vida pessoal. Obrigado minha queridas "meninas" dos diversos bairros do Rio de Janeiro que dedicam suas tardes à tarefa do saber e sendo assim a cada dia elas tornam-se cada vez mais "empoderadas".
Meu carinho especial à minha aluna Sarah, que aos cem anos é uma das melhores presenças em sala de aula.
A cada dia de aula aprendo que viver é maravilhoso! 

ADOÇÃO DE ANIMAIS - PENSE ANTES DE ADOTAR!

(por) - Edison Borba

                         
 
A individualidade genética dos seres vivos, faz com que tenhamos que “(RE)pensar” o ato de se adotar um animal. Quando trazemos para o nosso LAR, um gatinho, cachorro ou outro animal, que chamamos de estimação, precisamos colocar na mesa o que significa ter “ESTIMAÇÃO”, para com um ser único, geneticamente ÚNICO. Além do aspecto afetivo que o animal exigirá de quem o adota, existe também a disponibilidade financeira, para: veterinário, rações, vacinas, higiene, local apropriado para o bichinho dormir e brincar.
Voltando à questão ESTIMAÇÃO, precisamos reconhecer que esta relação tem ser uma via de mão dupla, isto é, receber e dar amor na mesma proporção. Entender que as regras humanas não servem para os animais. Eles não sabem o valor do tapete e nem do sofá. Quanto ao dar e receber AMOR, eles (os animais) estão sempre dispostos a dar, quanto a nós HUMANOS, nem sempre estamos disponíveis para receber. Logo, ter atitudes de rejeição quando o bichinho pula no colo dando o seu amor, é violência psicológica.
Adotar tem que ser uma ato de AMOR, sujeito a todas as condições que o amor exige. Será que estamos preparados para cancelar uma viagem, um passeio, abrir mão do belo tapete, não ficar zangado com as marcas deixadas pelo chão da casa e com os pelos que encontraremos em nossa roupa?
Pense bem! Reflita! Reflita mais e mais e depois repense se você tem condições financeiras e principalmente AFETIVA para adotar um animalzinho!
Caso contrário, compre um ursinho de pelúcia e divirta-se!


segunda-feira, 4 de novembro de 2019

REVENDO O PASSADO

(por) Edison Borba

                                      


Será que eu faria diferente? Essa indagação é feita algumas vezes por mim, quando repasso fatos da minha vida. Será que, se eu tivesse feito uma outra opção hoje eu estaria vivendo de forma diferente? Esse tipo de questionamento, algumas vezes se apodera de mim e, creio que também visita a mente de muitas pessoas. Porém, o que está feito está feito e deve ter sido feito do jeito que deveria ser feito, caso contrário a solução da questão, isto é, a decisão a ser tomada seria outra e, nesse momento estaríamos fazendo a mesma pergunta. Nada é por acaso! Tudo acontece como tem e deve acontecer. Portanto, não adianta tentar retroagir no tempo, o que passou passou. O que foi feito, foi feito exatamente da mesma forma que aconteceu. É complexo aceitarmos essa condição, mas se eu não posso mudar o que já aconteceu, é porque aconteceu como devia acontecer!

domingo, 3 de novembro de 2019

ERA UMA VEZ...

(por) Edison Borba



Era uma vez, num antigo reino de terras férteis e rios caudalosos, onde em se plantando tudo germinava. Lugar de extensas florestas, planícies verdejantes e montanhas tão altas que as nuvens pairavam sobre seus picos. Lugar de muitas frutas e coloridas flores. Seu povo era conhecido como amável, trabalhador e muito alegre. Gostava de cantar e dançar e vivia promovendo festas durante todo ano. Havia um certo orgulho em seus habitantes que sempre afirmavam: "aqui não há terremotos, vendavais e nenhuma intempérie da natureza". Quando algum desastre acontecia, era algo provocado por seus comandantes, cujos atos destoavam da população trabalhadora, eram homens e mulheres gananciosos e suspeitava-se até que eram corruptos. Porém, o povo nunca se rebelou diante das tragédias provocadas por esses seres daninhos. Em certa ocasião, o povo, que tinha hábitos democráticos escolheu para governá-los um rei, famoso por suas prosopopeias. Homem dado a discursos vigorosos e algumas vezes ameaçadores, que trouxe com ele uma bela rainha e três "príncipes", rapazes garbosos que imediatamente assumiram o reinado junto com o pai. Logo nos primeiros dias de governo, a população ficou confusa, pois o rei e os príncipes davam ordens desconexas, deixando claramente que não havia entre eles nenhuma concordância, criando entre os vassalos uma dúvida: quem está verdadeiramente ocupando o trono? O monarca e pai dos 3 príncipes, apesar de ser enérgico com seus súditos, não conseguia manter a ordem em seu lar. Quando precisava viajar para um reino vizinho, os príncipes faziam do reino uma orgia. Falavam "coisas" desconexas, ameaçavam o povo com severas e antigas leis, deixando toda a população assustada. O rei, que não conseguia manter a ordem em sua casa, culpava os vizinhos, e alguns segmentos da população de provocar o tumulto no País. Sua atitude protetora sobre os seus pimpolhos deixava a população perplexa. Nenhuma palmada, castigo, cantinho do pensamento eram aplicados nos príncipes que ficavam cada vez mais rebeldes e incontroláveis.
Essa história, ainda não terminou. O rei está cada vez mais raivoso e numa atitude de "pai protetor" está descarregando (por enquanto) apenas suas armas verbais sobre o povão, que acuado já está se recolhendo mais cedo em seus lares e criando códigos de comunicação, para poderem externar suas opiniões.
Fica a questão para ser analisada: quem verdadeiramente está no poder? O rei ou os príncipes? Qual dos meninos príncipes sucederá o rei?  Como reagirá o povo diante dessa complicada situação?

sábado, 2 de novembro de 2019

CORINGA - O FILME

(por) Edison Borba





Após relutar em assistir ao filme "CORINGA", venci o preconceito e fui ao cinema. Para minha surpresa, eu pude ver um excelente filme. Até então, os cometários que chegaram a mim, se baseavam apenas na violência. Pela forma com que me falavam sobre o filme, supunha ser algo do tipo "RAMBO". Para minha boa surpresa, trata-se de um excelente filme, que nos leva a pensar sobre a nossa sociedade e toda a violência que nos cerca. Joaquim Phoenix, o protagonista, tem um desempenho exemplar, digno de um OSCAR. Emocionante interpretação. Em alguns momentos ele nos emociona tal a dramaticidade que ele impõem ao personagem. Ele consegue ir da violência à sensibilidade. Em alguns momentos nos assusta e em outros nos enternece. Sua aparição na telona do cinema, é simplesmente magistral. Seu gestual, sua dança, seu físico, sua risada, isto é, sua presença faz com que o espectador não consiga deixar de olhar para a tela. Sem dúvida um grande filme e uma espetacular interpretação do ator Joaquim Phoenix. A violência contida no "CORINGA" não está tão longe da nossa atual sociedade. Por precaução, não aconselho que pessoas sensíveis assistam ao Coringa.