No tempo das minhas avós, em todos os lares haviam sacolas de pano, algumas de couro e até pequenos cestos, muito usados para as compras. As famílias iam para as feiras livres, armazéns e empórios, onde alguns produtos como o arroz, o feijão, a farinha entre outros, eram colocados em sacos de papel. As frutas e as carnes embrulhadas em papéis mais encorpados e até jornais eram usados. Meninos, construiam com caixotes, carrinhos de rolimã, que também eram usados para fazer o transporte das compras familiares.
Focalizando apenas o caso das sacolinhas de plástico, e diante de tanta discussão sobre o fato, lembro-me das minhas avós e das suas sacolas de pano, couro e dos cestinhos de vime. Lembro-me do meu irmão empurrando o seu carrinho de rolimã, transportando as compras de feira da nossa família.
Estamos diante de um grande desafio!Voltamos no tempo e passamos a ter um comportamento das nossas avós?
Mesmo que isto seja feito, o problema continuará a exisitir: o que fazer com todas as sacolas de plástico que se espalharam pelo mundo?
No ano em que comemoramos os 450 anos da Cidade do Rio de Janeiro, o PINCE, lança um desafio aos estudantes brasileiros: pensar, inventar, criar, construir e buscar soluções para este e outros problemas da nossa cidade e do nosso estado (RJ), que obviamente será também benéfico para toda a sociedade brasileira.
DIA 20 DE AGOSTO, PRÓXIMO, NA ACRJ (Associação Comercial do Rio de Janeiro) e com o apoio do SEBRAE, vamos nos reunir e rever a história do PINCE e buscar novos caminhos e soluções para este e outros problemas da nossa sociedade.
A reunião começará às 10 horas e será realizada na rua da Candelária, 09 - Centro.
Quer fazer a sua inscrição na reunião do dia 20 de agosto, mande seu email para o Professor
Luiz Maynart - email: luizmaynart@uol.com.br
Quer mais informações sobre o PINCE, escreva para o professor Edison Borba
email: edisonborba@uol.com.br
Sacolinhas da vovó? Venham conversar sobre este e outros assuntos. Tragam suas sugestões e vamos construir novos projetos que possam melhorar a vida da nossa sociedade.
Edison Borba
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