sábado, 7 de maio de 2016

POEMA PARA AS MÃES


 
(Em especial para minha querida e saudosa mãe, Josefa)    
          Mulher
         Matriarca
Mãe
Em seu útero
Fui gerado
          Vida
Em seu peito
Alimentado
Em seu colo
Aconchegado
Amor
Por suas mãos caminhei
Sua voz me guiou
Seu carinho me confortou
Mulher fortaleza
Matriarca por condição
Mãe por vocação
Nas noites escuras
Me protegeu
Nas dificuldades
Me acolheu
Mulheres mães
Deveriam ser imortais
O que fazer ao perdê-las?
Quem nos irá nortear?
Quem irá nos acalentar?
Em que colo chorar?
                            É dor que dói demais
É perder o rumo o caminho
Mãe, nunca me deixe sozinho
Solitário e perdido
Preciso do teu abraço
Preciso do teu afago
Preciso de você!
 8 DE MAIO – DIAS DAS MÃES! PARABÉNS!
                               EDISON BORBA

MÃE DE POLÍTICO – SOCORRO!


Hoje estou no desespero! Hoje estou apelando para aquelas mulheres que são veneradas, as mães! Hoje estou agarrando-me às senhoras que puseram no mundo os corruptos brasileiros!
Dia 8 de maio, dia das mães, o povo brasileiro pede que se faça um milagre!
No mundo inteiro, os piores facínoras, dobram-se diante de suas mães. Mãe é mãe em qualquer lugar do planeta! E algo sagrado!...

Portanto, é para essas senhoras que estou dirigindo meu pedido de socorro. Estejam elas vivas ou não, pois mãe é mãe; mesmo depois de mortas elas continuam a proteger seus filhos.
Queridas senhoras, mães dos políticos, parlamentares, presidentes, presidenta e empresários brasileiros, as senhoras que carregaram por nove meses esses seres em seus ventres, depois os amamentou e cuidou com carinho, ajude-nos a influencia
-los a entrarem para o caminho do bem.
Chame-os para conversar, coloque a cabeça deles em seus colos e fale sobre o Brasil. Conte histórias da infância e lembre que no nosso País o povo está sofrendo. Queridas mães de políticos e demais corruptos brasileiros, sabemos que as senhoras não possuem culpa do que aconteceu com eles. Os desvios de caráter, talvez tenham sido culpa das más companhias. Usem da sua candura, da sua doce voz, do seu carinho e converse com eles. Porém, se as senhoras perceberem que conversar não está funcionando, esqueçam a Lei da Palmada e usem uma vara de goiabeira e até uma palmatória e ensinem a eles o que é ser um cidadão honesto. Apliquem um corretivo agora!!!
Por favor senhoras, mães de parlamentares e afins, ajudem-nos!
Atenção: peço para as desencarnadas, descerem até a Terra, para fazer uma desobsessão nesses malandros (seus filhos e filhas), aplicando neles um corretivo espiritual, pois assim, quem sabe eles consigam sair do caminho errado, SAIR DAS TREVAS!
As mães dos políticos, parlamentares e demais corruptos são a última esperança do povo brasileiro!
Vamos fazer uma grande corrente enviando apelo ás mães dos corruptos brasileiros! Todos NÓS devemos escrever cartas, cartões, e-mails, mensagens usar todo o tipo de comunicação terrena e espiritual, para que essas senhoras se conscientizem dos filhos e filhas corruptos que elas puseram no mundo!
AMÉM!
Edison Borba

sexta-feira, 6 de maio de 2016

PELE



Que veste meu corpo

Oculta minha alma

Dando cor à vida

Que adora carícias

É sensível aos toques

Que provocam delícias

Que se contrai na dor

Empalidece no horror

Arrepia no amor

Que resseca ao vento

Queima ao sol

Enruga com o tempo

É um cartão de visitas

Evidencia problemas

Denuncia preconceitos

Que traduz as origens

Revelando as raças

Que motiva desgraças

Que gosta dos braços

Que lhe propiciam abraços

E muitos “amassos”

Pele, pintada ou maquiada

Lavada ou tatuada

Molhada de lágrimas

Que me permite prazer

Quando mãos carinhosas

A tocam de leve

Pele, minha pele

Que me veste

E me reveste

E me protege

Por toda a vida

És tão sensível

Que só você é possível

Arrepiar de prazer!

Edison Borba

 

 

QUERO VIVER!


 

Vivo evitando o cortejar da morte, que me aborda à toda hora, esperando que eu entregue meu coração a ela.

Não quero negociar minha vida, para satisfazer a sua crueldade

Que é levar-me da vida impiedosamente, roubando de mim prazeres, que ainda posso gozar um dia

Não se mata alguém tão inocente, sem nenhuma razão aparente

Apenas para cumprir um destino, uma sina, um sinal ou carma

Não tenho medo de morrer, apenas não quero ser levado

Enquanto ainda tiver vida para viver!

Não quero saber o que é a morte, se é um enigma a ser decifrado

Que o seja num tempo determinado, e não apenas pelo egoísmo

Da senhora morte, que ao brincar com vidas, sacia sua sede

Não tenho nenhuma vontade agora, de ir embora deste mundo

Não quero a solidão de um túmulo, nem as lágrimas dos amigos

Quero a vida, mesmo que sofrida, e por ela lutarei com bravura

Não quero a morte prematura, quero continuar a gozar da formosura

Que a vida me propicia, quero continuar com alegria

Com risos e festas e a eterna magia que se renova todo dia!

 

Edison Borba

A USURPADORA


 
O Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), do Senhor Silvio Santos, usou e abusou da novela “A Usurpadora”, reprisando-a diversas vezes, e se colocar novamente no ar, terá audiência garantida. Existe um público cativo ao SBT, que se acostumou a preencher suas tardes com os folhetins, na maioria mexicanos, exibidos diariamente pela emissora.
É interessante observar as tramas, as histórias, com suas mocinhas e galãs, amores e brigas, abandonos e lágrimas bem comum ao gênero das telenovelas de todo o mundo.
Porém, algumas peculiaridades ficam evidentes nos enredos como a presença das madrinhas e padrinhos, padres, afilhados, os figurinos e os penteados, que definem as características entre os bons e os maus.
Um fator interessante, se compararmos as telenovelas brasileiras com as mexicanas, é que as nossas se utilizam muito mais de sexo (algumas vezes quase explícitos), ousadias conjugais entre outras situações que indicam uma grande diferença social entre o Brasil e os outros Países.
Não estou estabelecendo críticas, apenas constatando fatos, pois sou um noveleiro contumaz. Sem dúvida, as tardes são realmente do SBT, mesmo que os Departamentos de Pesquisa afirmem o contrário, uma grande quantidade de telespectadores, são fiéis à emissora do Senor Abravanel.
O SBT, faz companhia às muitas pessoas que encontram em suas novelas uma boa companhia.
Edison Borba
 

PEGA NA MENTIRA


Vivemos no Brasil entre muitas mentiras, boatos, fofocas e outras formas de divulgação de notícias. Porém, vou destacar duas afirmações que estão sendo utilizadas pelos governos Federal e Estadual, são elas: “Brasil Pátria Educadora” e “Comunidades Pacificadas”.
Na Pátria Educadora, professores fazem greve para conseguir seus minguados salários, os mestres aposentados são torturados com o jogo do paga não paga os seus rendimentos. Alunos ocupam escolas e encontram uma situação de miserabilidade, salas de aula sem condições de uso, livros apodrecendo em galpões e dinheiro da merenda sendo desviado para os bolsos de políticos inescrupulosos. Universitários que se associaram aos planos de financiamento federal estão vivendo momentos de terror com os atrasos de pagamentos.
Pátria Educadora? Como sustentar essa mentira?
Quanto às Comunidades Pacificadas, chega a ser bizarra esta afirmação. As UPPS instaladas não possuem nenhum conforto e segurança para os policiais. Os enfrentamentos entre quadrilhas rivais e dos bandidos com os policias é constante fazendo com que a estatística de morte por confronto e por bala perdida aumente dia a dia, e vários policiais tombando em batalha.
Essas duas e muitas mentiras, nos fazem lembrar do Erasmo Carlos, cantando um dos seus sucessos.
Pega na mentira
Pega na mentira
Corta o rabo dela
Pisa em cima
Bate nela
Pega na mentira...

ESPACIAL / ESPECIAL


Espaço
Espaçonave
Espacial
Terra azul! Você girando!
Você é marte!
Vermelho!

Você é fogo!

Acendendo desejos

Me deixando em brasa

Ofuscando meus olhos

A você eu entrego

Minha alma

E todo o meu corpo

Para ser marcado com ferro em brasa

Quero cicatrizes

Não quero raízes

Você é livre

Volte quando quiser

Venha para me marcar

Venha com suas garras

Venha me tatuar

Venha ...

Venha até não mais existir

Em meu corpo

Espaço sem cicatrizes

Sem as suas marcas

Sem as suas raízes.

Edison Borba