sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

CHORA BRASIL

           Pelas centenas de pessoas que aguardam na fila para conseguirem atendimento médico nos hospitais e clínicas da rede pública. Pelas cirurgias agendadas para até três ou mais anos numa lista de espera. Pelos pacientes que dormem em filas aguardando por uma senha que lhes dará o direito de entrarem numa outra fila que possibilitará chegar até a um médico, que nem sempre é da especialidade necessária para atendê-los.
                                  
Chora Brasil, pelos brasileiros de rosto molhado pelas lágrimas das dores do corpo e da alma.
Chora por todos os que irão morrer numa lista de espera.
Chora pelos que já morreram esperando por um milagre que nunca chegou.
Chora pelos bons médicos que sofrem por não poderem agir segundo seu juramento.
Chora pelas grávidas que esperam pelos filhos numa interminável fila de espera por consultas.
Chora pelas viúvas, pelas mães e familiares que enterraram seus entes queridos.
Chora pelas crianças, os brasileirinhos, tão amados pela nossa Presidente.
Chora por todos os que necessitam dos serviços da saúde pública.
Chora pela fragilidade dos brasileiros que sofrem calados.
Chora pela falta de médicos e de ambulâncias nas unidades de saúde.
Chora pela falta de higiene, pela sujeira e pela falta de material clínico.
Chora pelo desvio das verbas que deveriam ser usadas em benefício da saúde do povo.
Chora pela impunidade dos que roubam DA saúde e  A saúde dos trabalhadores.
Só resta chorar ouvindo os  que esperam pelas eleições e que iniciaram seus discursos mentirosos, usando os horários televisivos para enganar, ludibriar e “implorar” pelo voto das vítimas que eles castigam prazerosamente, como carrascos prontos para usar os aparelhos de tortura  durante os seus mandatos.
Temos muito  que chorar, até mesmo pela nossa ingenuidade, como um povo, que ainda acredita nas promessas de uma quadrilha que irá ocupar as cadeiras políticas do país.
Devemos chorar também, pelos poucos políticos honestos, que infelizmente não conseguem forças para romper com o círculo vicioso da “malandragem” que ocupa o país.
As lágrimas da população são tantas, que se reunidas num grande reservatório, provavelmente poderia irrigar todas as terras secas do nordeste brasileiro.
Chora Brasil, chora!
 
Edison Borba
 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

PODER PARALELO

            Mais um dia que amanhece, com informações sobre troca de tiros entre grupos de traficantes, que lutam pela ocupação de espaço. Infelizmente, essa situação está acontecendo em diferentes comunidades, incluindo nas ocupadas por UPPs. Estamos chegando ao final do ano com  os índices que medem a violência no estado do Rio de Janeiro, com seus números aumentados. Os percentuais da violência crescem sem controle.
Policiais assassinados, demonstrando que o poder paralelo, não teme o poder instituído. A quantidade de jovens envolvidos em crimes também está incluída nessa terrível estatística. A impunidade faz aumentar a falta de civilidade.
                                  
Temos a sensação, que a organização criminal, tem mais estratégias e está mais organizada que a nossa polícia. Além de organizarem projetos de ação, existe uma estrutura que investe no tráfico, gerando empresas e empregos, demonstrando que empreendedorismo também está sendo usado pelo submundo do crime.
Em todo o território nacional, o problema se repete, ficando difícil para a polícia e justiça, atuarem contra a bandidagem que atua das altas “rodas” da política nacional até as comunidades mais simples do país.
Enquanto os “mensalões” estão sendo julgados em Brasília, a população tem conhecimento que esses réus, são apenas uma parcela da grande quadrilha que se espalha por todas as cidades. Prefeituras, governos estaduais e todo o “resto” encontram-se poluídos. Apesar de não usarem armas de fogo para lutarem entre si e as quadrilhas serem conhecidas como partidos, a situação é semelhante. A luta presenciada e sentida entre os traficantes das localidades aqui no Rio de Janeiro é bem semelhante das que ocorrem nos palácios.
É possível até, que o mau exemplo que vem dos governos,  seja o fortalecimento para os chefes das quadrilhas que atuam nas favelas. Roubar, matar, traficar, desviar dinheiro,  ações que se tornaram comuns no Brasil e com isso surge um contraproposta, “se eles podem eu também posso”.
Ao menos duas pessoas morrerram na ação na favela. Segundo a polícia, ambas eram traficantes
Hoje, 11 de dezembro, no mês do natal, novamente choramos pelo nosso querido estado, Rio de Janeiro, que já começou a receber as chuvas de verão e com ela desabamentos, inundações, desabrigados e desalojados.
Bandidos, traficantes, mensalões, milicianos, maus políticos e chuvas são as pragas que acometem o nosso país e principalmente o meu estado.
Os bons, os honestos, os éticos, precisam  juntar-se e organizar um grande projeto de paz. Um projeto com objetivos claros, que possam incluir todos aos habitantes, unindo toda a população para ser criado um “produto”, que possa ser usado para restaurar a nossa sociedade.
Fica a proposta, agora só falta  ação!
Edison Borba

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

CHORA RIO DE JANEIRO, CHORA!

           Começamos a semana ainda sob o impacto dos acontecimentos dos últimos dias. Rio de Janeiro, Cidade Maravilhosa, acorda para iniciar a semana, sob a tristeza de ver um dos seus orgulhos, abalado. Nosso futebol não vai bem! Dois grandes times, duas nações tradicionais, choram com o rebaixamento para a segunda divisão. Isso indica que em 2014, haverá menos cores nos estádios. Mas, para o luto ser mais “negro”, os últimos jogos aconteceram com brigas agressões e sangue.

Mas o Rio não chora só pelo seu futebol, várias comunidades, incluindo as que são consideradas “pacificadas” os tiros voltaram a acontecer. Mortes, balas perdidas, famílias enlutadas, portas fechadas, gente encurralada. Quilos de drogas apreendidos, marginais presos, policiais feridos, menores envolvidos deixando claro que nossa Maravilhosa Cidade está longe de viver em paz.

Sob uma linda paisagem, que chama a atenção de turistas, um povo alegre e hospitaleiro, este patrimônio da humanidade sofre nas mãos de quadrilhas, usuários de drogas, comunidades assustadas, arrastões nas praias e crimes, muitos crimes.

O bairro da Lapa, onde os boêmios se divertem em bares, música e alegria, volta às páginas dos jornais, após acontecerem vários assassinatos, estupros, assaltos e muita violência, em menos de quinze dias.

Em várias comunidades, milicianos enfrentam traficantes na disputa pelo espaço “comercial” de drogas e postos da UPP, são apedrejados.

Apesar de tudo isso, a árvore de Natal já está iluminada, as lojas enfeitadas e o clima de felicidade natalina contagia o povo, que consegue manter a alegria, mesmo diante de tanta tragédia, incluindo àquelas propiciadas pela natureza, com a chegada das chuvas de verão.
                 Do alto, da esquerda para a direita: Cristo Redentor, praia de Botafogo, panorama do centro da cidade, Ponte Rio-Niterói, Estádio do Maracanã e panorama da Barra da Tijuca.
Existe algo de inusitado no sangue dos habitantes do Rio de Janeiro, após enfrentarem situações adversas, eles levantam, sacodem a poeira e dão a volta por cima, conseguindo manter a fibra de um povo que não foge a luta. É como vara de marmelo, enverga, mas não quebra, sempre encontrando motivos para continuar a lutar para manter essa cidade  Maravilhosa.

Chora Rio, chora! Mas, enxugue as lágrimas e segue guiado pela Estela Natalina, que anuncia a presença de Jesus, trazendo esperanças e anunciando novos tempos.

Edison Borba

domingo, 8 de dezembro de 2013

UM DIA ESPECIAL

     Oito de dezembro seria mais um dia no calendário, que comporta trezentos e sessenta e cinco, não fosse nesta data que nasceu uma mulher, uma simples brasileira. Como tantas outras nascidas no Brasil, ela lutou bastante para sobreviver. Sua vida pode ser comparada a uma dessas sagas de heróis e heroínas, que encontramos nos livros de história.
Parida num pequeno sítio de uma cidade do interior do Brasil, ela foi à décima sexta criança a vir ao mundo naquele lar. Pais “roceiros” plantavam e colhiam para a subsistência familiar, ela e os irmãos cresceram na terra e sobreviveram pela terra.
Um dia, seu pai saiu em busca de sonhos e nunca mais voltou. Sua mãe, mulher valente, migrou com os filhos para uma cidade mais próspera.  Depois para mais outra e mais outra até chegarem ao Rio de Janeiro. Todos analfabetos,  os dezesseis irmãos foram, construindo suas vidas, independentemente.   
Ela, como os irmãos, também buscou caminhos de sobrevivência, através de uma força que provavelmente nem ela sabia possuir. Sem registro de nascimento e sendo chamada de Josefa, a guerreira foi à luta e contando com ajuda de amigos, registrou-se, porém, escolheu o nome de Hilda. Começava aqui a saga da guerreira.
Por seu próprio esforço aprendeu a ler e tornou-se operária. Trabalhou como tecelã,  “colocadora” de cortiça em tampinhas de cerveja e lavadeira. Incansável e sempre buscando o saber, lia recortes de jornal e revistas e livros comprados em “sebos”. Casou, lutou com seu companheiro para educar os filhos. Sempre alegre, gostava de cantar canções de Dalva de Oliveira e Ângela Maria. Mulher forte, guerreira, lutava pelos direitos de outras mulheres do bairro em que morava. Nunca admitiu preconceitos. Muito antes da sociedade se preocupar com igualdades entre mulheres e homens,  direitos de escolhas sexuais e religiosas ela empunhava bandeiras pela igualdade social.
Vaidosa adorava perfumes e também “ruidosa”, era bem falante, sempre pronta a conversar sobre qualquer assunto. Pensava-se tratar-se de uma “diplomada” em faculdade.
Sonhadora, tinha sempre uma palavra de estímulo para seus amigos. Em tempos sem internet e outros veículos de comunicação, ela era capaz de imaginar um futuro diferente e próspero para seus filhos. Sabia lidar com a economia do lar e conduzir a família por um caminho cultural, pouco comum para a época.
Essa incrível mulher “É” minha mãe! Batizada Josefa, registrada Hilda e conhecida como Zefa, deixou marcas nesse mundo.
Um dia sua voz calou-se e ela foi lutar em outro plano.
Hoje dia do seu aniversário, quero homenageá-la, pedindo a sua benção!
      Hida de Freitas Borba – 8 de dezembro de 1915 / 4 de abril de 1982.
Edison Borba
 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

CORTA PRA MIM!

         Várias emissoras de televisão garantem vasta audiência através dos programas de jornalismo policial. Num país em que as leis são desrespeitadas, e com a criminalidade em alta, este tipo de programação garante uma boa parcela de público. Lamentavelmente, o número de casos, é tão grande que alimenta diversos canais de televisão. Para este tipo de programação, faz-se necessário, jornalistas capazes de prender a atenção do telespectador, usando frases de efeito, que  são repetidas pela população. “Corta pra mim”, “sapatada”, “me ajuda aí...pô”, “é dedo na cara”, “escracha”, “cara pálida”, “enche a tela”, “a casa caiu” e “olho no olho” são alguns jargões que se tornaram popularmente conhecidos.
Algumas emissoras preferem optar por um jornalismo mais “elegante”, porém as notícias são as mesmas. Crime é crime, bandido é bandido, traficante é traficante não importando se o jornalista que divulga o problema, o faz de maneira mais escrachada ou discretamente. O que  nos assusta é o número de casos, que diariamente são apresentados em todas as emissoras. Tiros, balas perdidas, assassinatos, traficantes, espancamentos, estupros, milícias, acidentes, motoristas embriagados, usuários de drogas são constantemente apresentados com ou sem frases de efeito.
As causas do crescente número da violência são  complexos, pois envolvem situações educacionais, econômicas e culturais. Um problema que já pode ser considerado epidêmico, a violência está nas grandes e pequenas cidades em todo território nacional.
A repercussão da situação brasileira tem produzido várias ações que ainda não se mostraram eficientes, o que gera  insegurança na população. A impunidade é constante, principalmente  quando se trata de bandido “classe A”, o que aumenta a falta de credibilidade na nossa polícia e justiça.
Outra questão preocupante é a participação, cada vez mais crescente,  de menores envolvidos em crimes. A naturalidade e frieza com que meninos e meninas cometem assassinatos, furtos e roubos, é assustador. Na prática as medidas “protetivas” se mostram ineficientes e inadequadas quanto à recuperação dessas crianças e jovens.
Por enquanto, só nos resta pedir a toda a população “me ajuda aí” e dar  “sapatadas” nos políticos, por o “dedo na cara” de algumas autoridades e dizer “olho no olho” para os “cara pálida”, da educação, polícia e justiça: vocês merecem um “escracha” bem alto.
“Corta pra mim” aqui na dezoito,  mais um crime acabou de acontecer!
Edison Borba

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

MEU AMOR PELO BRIGADEIRO!

           Estou há trinta dias, envolvido com um controle alimentar rigoroso. Eu, um guloso assumido estou  redimindo-me de todos os pecados que cometi, e não foram só os da gula.  Estou bravamente lutando contra os pudins de leite e os pães doces que, covardemente acenam para mim, quando passo frente à vitrine das padarias. As cocadas se juntaram com os caramelos e enviaram para minha casa um bilhete tentador. Estou sendo abordado pelos implacáveis doces, que sem nenhuma piedade curtem o meu desespero.
                                        
Semana passada, mais precisamente na sexta-feira, ao entrar num restaurante, fui assediado pela feijoada. Ela juntamente com seus acompanhantes, o paio, as linguiças, a carne seca e até a couve, me abordaram descaradamente. Ao tentar me desviar desse assédio, a laranja e a farofa, cercaram-me com propostas indecorosas. Consegui livrar-me da situação, refugiando-me numa mesa bem no fundo do estabelecimento,  abracei-me com as alfaces, as cenouras, o chuchu e o agrião. E constrangido mastiguei vagarosamente todas aquelas cores, e orando baixinho, pedi forças para resistir.
Porém, o martírio ainda não havia chegado ao fim,  dona feijoada, sentindo-se rejeitada, mandou recado para a cozinha e os doces foram alertados. Um simpático garçom estacionou ao lado da minha mesa, um carrinho repleto de pudins, geleias, gelatinas, tortas e bolos. Não satisfeito, o bom homem fez questão de anunciar bem alto a lista dos sorvetes. Era como uma tomada de frequência, os nomes eram recitados um a um: sorvete de abacaxi, chocolate, morango, creme, manga, flocos e por incrível que pareça, todos estavam presentes.
            Suando frio, mesmo sem ter consumido os gelados, paguei a conta e corri para a saída do restaurante, deixando o cafezinho abandonado sobre a mesa ao lado do licor.
Corri para casa, e me escondi em meu quarto. Aos poucos o sono chegou e adormeci tranquilamente. Mas, após alguns minutos de relax, fui acometido por um pesadelo; sonhei que estava num país, cujas ruas eram feitas  de chocolate. Eu,  deslizava pelas calçadas, parando em cada esquina diante de   postes de brigadeiros. As casas tinham cocadinhas nas paredes e no jardim da praça, jorrava refrescos e sucos. Das árvores podia-se colher quindins, cocadas, olhos de sogra, balas e os mais variados tipos de bolos. Eu corri enlouquecido pelas ruas perseguido por vários rocamboles e mousses. Cansado, desisti de fugir. Parei e fui abordado por um lindo sonho com cobertura de caramelo. Cansado e sem forças, cedi à tentação e abraçado àquele maravilhoso doce, acordei suado e com taquicardia.
            Hoje fazem trinta e um dias que estou limpo, sem açúcar no sangue. Meu estômago está livre de qualquer gordura. As mortadelas e os bolinhos de bacalhau estão fora da minha vida. Os chopinhos e os vinhos deixaram a minha casa. Sigo de mãos dadas com as alfaces, cenouras, beterrabas e couves. Estou cada vez mais ligado ao integral arroz, um cara limpo e integralmente ético. Disse adeus ao churrasco e a todos os seus acompanhantes. Sinto saudades da farofa, grande amiga de tantos anos.
            Estou em meu apartamento, solitário e tendo apenas como companheiros os produtos light. São magros e sem graça, porém tenho que conviver com eles por algum tempo, sonhando com meu retorno às rodas gordurosas e deliciosas das tardes de sábado. Estou afastado do meu grande amor, o brigadeiro. Há semanas que ele não me vista, porém o seu lugar em meu estômago e coração nunca será  preenchido.Alface
                                                          
Até lá, estou tendo  um caso, com as saladas e  como amiga e confidente a simpática alface.
Edison Borba
           

 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

NOTÍCIAS SOBRE EDUCAÇÃO NO BRASIL

Material que merece reflexão.
Pisa: desempenho do Brasil piora em leitura e 'empaca' em ciências
O que é o Pisa
O Pisa busca medir o conhecimento e a habilidade em leitura, matemática e ciências de estudantes com 15 anos de idade tanto de países membro da OCDE como de países parceiros.
Figuram entre os países membros da OCDE Alemanha, Grécia, Chile, Coreia do Sul, México, Holanda e Polônia. Países como Argentina, Brasil, China, Peru, Qatar e Sérvia aparecem como parceiros e também fazem parte da avaliação.
A avaliação já foi aplicada nos anos de 2000, 2003, 2006 e 2009. Os dados divulgados hoje (2 / 12 / 2013) foram baseados em avaliações feitas em 2012.
Em 2012, o desempenho dos estudantes brasileiros,em leitura, piorou em relação a 2009. De acordo com dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), o país somou 410 pontos em leitura, dois a menos do que a sua pontuação na última avaliação e 86 pontos abaixo da média dos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico).
 
Com isso, o país ficou com a 54ª posição do ranking de leitura, abaixo de países como Chile, Uruguai, Romênia e Tailândia.
Quase metade (49,2%) dos alunos brasileiros não alcança o nível 2 de desempenho na avaliação que tem o nível 6 como teto. Isso significa que eles não são capazes de deduzir informações do texto, de estabelecer relações entre diferentes partes do texto e não conseguem compreender nuances da linguagem.
Em ciências, o Brasil obteve o 58° lugar do ranking com 64 países. Apesar de ter mantido a pontuação (405), o país perdeu cinco postos desde o 53° lugar em 2009. Nessa disciplina, a média dos países de OCDE foi de 501 pontos.
No exame de ciências, 55,3% dos alunos brasileiros alcança apenas o nível 1 de conhecimento, ou seja, são capazes de aplicar o que sabem apenas a poucas situações de seu cotidiano e dar explicações científicas que são explícitas em relação às evidências.
Matemática foi a única disciplina em que os brasileiros apresentaram avanço no desempenho, ainda que pequeno. O Brasil saiu de 386 pontos, em 2009, e foi a 391 pontos --a média da OCDE é de 494 pontos.
O avanço não foi suficiente para que o país avançasse no ranking e continua na 57ª posição.
Apesar da melhora, 2 em cada 3 alunos brasileiros de 15 anos não conseguem interpretar situações que exigem apenas deduções diretas da informação dada, não são capazes de entender percentuais, frações ou gráficos.
É lastimável que estejamos ainda vivendo este tipo de situação. O que fazer para termos um melhor desempenho?