terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

RAÍZES DA VIOLÊNCIA! (no Brasil)

(por) Edison Borba
As comunidades carentes do Rio de Janeiro, estão sempre nos noticiários sobre a violência. Traficantes, bandidos, ladrões entre outros “meliantes” aparecem nas manchetes dos jornais. Grande parte da população tem olhado para as comunidades como um perigo para o asfalto. Porém, precisamos analisar a violência que o asfalto leva para as comunidades. Os monstros que moram em avenidas e ruas bem asfaltadas e até arborizadas, em condomínios, casas e apartamentos de luxo, os responsáveis por cuidar da população, são eles e elas que violam as Leis.
 
Violência pela falta de educação e saúde (escolas e hospitais sucateados), saneamento inexistente, abandono total de pessoas. Brasileiros eleitores que vivem à margem, das mínimas condições dignas de sobrevivência de um ser humano. As chuvas quando desabam sobre a cidade, denunciam a precariedade da nossa cidade. Antes de apontarmos o dedo para o lixo, responsabilizando os moradores de comunidades, de jogar lixo nas ruas, lembremos que essa atitude também se repete no asfalto e nos bairros elegantes da cidade, fruto da nossa falta de educação.
A violência das comunidades, em alguns casos, é uma resposta à violência praticada por nossos governantes. A violação dos direitos humanos, praticada por uma grande parcela dos nossos líderes políticos, de todos os escalões, é uma das raízes, da violência que se abate por todo Brasil.
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domingo, 25 de fevereiro de 2018

GENTE COMO A GENTE?

(por) Edison Borba
Com a proximidade do mês das eleições, tenho pensado bastante nas pessoas que estão se apresentando para ocupar os cargos de comando do Brasil. Homens e mulheres se candidatando: quem são eles? Quem é essa gente na intimidade? Como eles vivem? Quem são seus pais? De onde vieram? Onde estudaram? Frequentam alguma igreja ou seita?
Quem são eles quando tiram a maquiagem, quando se despem para mergulhar em suas banheiras? Quem é essa gente quando está nua? Será como na história “A ROUPA NOVA DO REI”?
Eu já abordei esse tema em outro texto. Mas, a dúvida me persegue! Que é essa gente? Quem são os seus aliados?
O que pensam, falam, comentam em suas intimidades? O que conversam em suas casas?  Quem são seus cônjuges e seus filhos? As mulheres que se “acham” importantes, o que pensam das trabalhadoras? E das grávidas? E dos bebês? Bruxas ou fadas? Quem são elas? O que fazem as senadoras e deputadas em benefício das mulheres trabalhadoras? Para que serve o poder destas mulheres? QUEM SÃO ELAS?
Precisamos, como eleitores, irmos além dos palanques e das entrevistas nos meios de comunicação, que maquiam rostos de monstros transformando-os em santos. Temos que saber quem iremos eleger, como gente! Será que são gente como a gente?
Temos acompanhado famílias de corruptos, onde pais e filhos estão no mesmo presídio. É isto que queremos na próxima eleição? Por que nos fixamos nos partidos? Temos que observar as pessoas. São “gente” de confiança? Qual é passado de cada candidato e candidata? Tinham alguma profissão antes de serem eleitos? Como foi o desempenho de cada um deles antes de gozar dos benefícios políticos?
Quem é essa gente?
Não podemos DAR nosso VOTO para qualquer um! Os lobos estão à espreita, todos com as capas de cordeiro. Nós o povo, não podemos mais eleger esse tipo maléfico de GENTE!
Quem são os candidatos? Quem é essa gente?

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sábado, 24 de fevereiro de 2018

AS CISMAS DO DESTINO poema de Augusto dos Anjos


BUSCANDO CAMINHOS ...

(por) Edison Borba
Às vezes me pego a pensar, onde gostaria de estar
Agora, neste momento que estou a digitar
Paris, Berlim, Nova York ou seria Paquetá
Talvez numa praia distante do litoral do nordeste
Ou numa cidade pequena na bela região sudeste
É uma vontade imensa de buscar novos caminhos

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Encontrar novo ninho, lá no Acre ou Argentina
Mas também penso em Campinas, bela cidade paulista
Eu fico aumentando a lista, pulando de galho em galho
Vou buscando um paradeiro, um novo país ou cidade
Onde não haja maldade, brigas, roubos e corrupção

Aqui na minha sala, diante do computador
Fico buscando um lugar onde não haja dor
Porém, queridos amigos, vos falo com emoção
Este lugar somos nós, e tudo o que fazemos
Nossos atos, nossos fatos, onde colocamos a mão
Tudo está dependendo de toda a humanidade
Carinho, amor, respeito, igualdade, paz e gratidão

Está diante de nós, ou melhor,
Está plantado dentro do nosso coração!

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

O QUE O DINHEIRO NÃO COMPRA!

 (por) Edison Borba
 
Preocupado com as despesas, na loteria fui jogar
Nada ganhei e fiquei triste a chorar
Um raio de sol, iluminando o meu rosto
Perguntou-me: por que tanto desgosto?
Tens uma riqueza infinita: família, amigos e um lar
Tens um Deus que te protege e Jesus teu companheiro
Nada disso pode ser comprado, por nenhum (nenhum) dinheiro!
 
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LIBERDADE

(por) Edison Borba

 

Eu sou das letras, sou das sílabas
Sou das palavras, sou dos textos
Sou dos livros, sou “ledor”
Também sou um “escrevinhador”
Sou das histórias e narrativas
Sou dos poemas e da poesia
Escrevo meus versos e “reversos”
Sou um conversador
Um contador de histórias
Sou um homem de “memórias”
Sou livre sou pensador!

PEDIDOS IMPEDIDOS!

(por) Edison Borba
 
Pedimos educação, recebemos camburão.
Queremos mais saúde, e compramos ataúdes.
Na aplicação de vacinas, sabemos que existem propinas.
Escolas não são construídas, mas recebemos balas perdidas.
Elegemos vereadores para nos causarem dores
Nosso prefeito faz tudo mau feito
Nossa polícia luta contra a milícia
Enquanto o trabalhador vive sempre com horror
Em nossa bandeira ORDEM e PROGRESSO
Em nossa cidade desordem e retrocesso
Somos Cristãos, não perdemos a fé
Deus é meu Senhor. Jesus meu salvador.
Pedimos em oração:
Ordem, trabalho, pão e muita educação!

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