terça-feira, 21 de maio de 2013

DEDO NA FERIDA

           No país das maravilhas, onde a natureza é magnífica, o povo é alegre e hospitaleiro, a música está em todas as esquinas, com fauna e flora invejáveis. Terra abençoada por Deus, onde os tornados não passam e os terremotos existem apenas nos contos de terror, é também o país onde os partidos brotam como frutos em árvores.
Suas siglas são as mais diversas e tantas que é difícil sabermos o significado de cada uma delas: PMDB, PTB, PDT, PT, DEM, PCdoB, PSB, PSDB, PTC, PSC, PRP, PV, PT do B, PRTB, PP, PSTU, PCB, PHS, PSDC, PCO, PTN, PSL, PRB, PSOL, PR, PSD, PPL, PEN, MD etc ... etc ...
Partido político deveria ser como time de futebol, uma vez escolhido jamais será substituído. Quem nasce vermelho e preto é flamenguista, e jamais se transformará em tricolor. Virar a casaca é crime hediondo.
Há muitos e muitos anos, havia alguns homens no Brasil que eram reconhecidos por suas siglas políticas. Homens que independentemente de suas ações, boas ou más, mantinham-se firmes em suas convicções partidárias. Atualmente é difícil saber quem é quem e em que partido está filiado. Troca-se de partido como se troca de roupa. Os próprios “partidários???” desconhecem a filosofia de seu “partido???”
Alguns partidos (e são poucos) conseguem ter alguma identidade.
Infelizmente, os interesses pessoais, estão acima das necessidades do país. O povo, que não consegue entender o significado de tantas siglas, também não consegue perceber que elas existem apenas como placebo ou fantasia. Funcionam como firmas fantasmas, criadas para burlar, desviar dinheiro, camuflar falcatruas e abrigar  malfeitores.
Claro que essas questões não incluem todos e todas que estão no poder. Existem alguns que por teimosia ou por praticarem a ética na política, permanecem firmes em suas convicções políticas.
Mas o troca - troca ou suruba política, é mantida em camuflada. Todo mundo finge que acredita e continuamos a viver como Alices, num país das maravilhas.
Porém, a Terra Encantada entrou em ebulição com a inteligente observação do Senhor Doutor Joaquim Benedito Barbosa Gomes, Presidente do Supremo Tribunal Federal: “nosso país tem partidos de mentirinha”.
Creio que o grande magistrado estava se referindo, filosoficamente, apenas a alguns grupos que se movimentam de um lado para outro dependendo de suas necessidades particulares. Atos conhecidos como oportunismo. Esses vivem de mentirinhas contadas aqui e ali, mudando de endereço buscando sempre levar vantagem.
Partidos de mentinha existem para atender questões pessoais.
O Senhor Ministro meteu o dedo na ferida e deixou sangrar. Lamentavelmente, já foram providenciados os devidos curativos e tudo já está cicatrizando.
É obrigação do povo, não deixar que essa ferida cicatrize. Precisamos saber o significado de cada sigla, qual a sua filosofia, quem pertence a ela e quais são os macacos e macacas que pulam de galho em galho. Para esses precisamos cortar o cipó e deixá-los cair do galho.
O voto é a melhor forma de ajudar ao nosso país a resgatar a ética e a moralidade em nosso País.
Edison Borba
 

 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

A CARTEIRA DO SENADOR

            Entusiasmado e feliz, o senador saiu às ruas de São Paulo, para participar da Virada Cultural.  Alegre e sorridente caminhava entre a multidão que assim como ele, deixou suas casas para  aproveitar horas e horas de shows de música, teatro e arte.
Em cada canto da cidade num palanque  artistas famosos e outros menos conhecidos, cantavam de dançavam. O povo, descontraído nem se importava se havia chuva ou frio. Era só felicidade e alegria.
Poder participar de atividades culturais gratuitamente é uma oportunidade única na vida de muitos brasileiros, por isso a multidão ocupou todos os espaços oferecidos. Homens, mulheres, crianças e jovens vindos de todas as partes se encontraram pelas ruas paulistanas para comemorar. Famílias aproveitando a oportunidade para, se divertir. Pais carregando filhos nos ombros, mães empurrando carrinhos de bebês, os mais idosos caminhando  devagar, mas todos com os rostos iluminados pela oportunidade de um final de semana feliz.
Infelizmente, toda essa festa correu o risco de ser manchada pela tragédia. Alguns meliantes aproveitaram o clima de descontração para roubar e furtar. Não satisfeitos, também provocaram brigas, arrastões e assassinaram um jovem.
Que pena! O que era para ser um final de semana de felicidade,  transformou-se para alguns em tragédia.
Talvez, a tentativa de fazer cultura popular, como acontece nas “Viradas” deixe vir à tona duas grandes questões: uma boa e outra ruim.
A primeira é a certeza que a população quer e precisa de mais divertimento, sem custos. O povo é capaz de curtir forró e música clássica com a mesma atenção. A arte quando é boa, é  aceita por todas as classes sociais.
O lado ruim da questão, é que ainda estamos precisando de educação de base. A criminalidade,  é produto de uma população que não está tendo acesso aos meios mais simples de educação.
Outros fatores sociais também surgem nessas ocasiões e que devem servir como termômetros para medirmos às condições sociais de uma população.
Entre os que foram vítimas, encontramos um senador, ou melhor, o senador Eduardo Suplicy, que teve seus documentos, dinheiro e celular, rapinados. No palanque, ao lado de Daniela Mercury, Suplicy pediu para ter seus bens devolvidos.
Fica uma questão: será que foi providencial terem levado a carteira do senador?
Talvez, tendo sofrido o problema, o senhor senador possa defender em Brasília, com mais veemência, as necessidades educacionais do nosso país.
É triste, é cômico, é sério!
Edison Borba

O FOGO NÃO SE APAGOU

           Após quatro meses do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria no Rio Grande do Sul, as brasas ainda estão acesas. Na madrugada de domingo, 19 de maio, morreu no hospital, mais uma jovem estudante que estava no local no dia do acidente.
           Mariane Vielmo tem seu nome acrescentado na lista de mais de duzentos mortos. Após a tragédia, nos dias que sucederam ao incidente, houve um grande movimento em torno de buscar punir todos os restaurantes e casas de shows que não estivessem cumprindo com as regras de segurança para os clientes.
O fogo apagou-se, as brasas perderam as forças e a fumaça se desvaneceu no ar. Tudo voltou a ficar silencioso.
Não havendo barulho e nem fiscalização “fiscalizada” é possível que muitos alvarás estejam sendo liberados por baixo das mesas (de escritórios).
É difícil acreditarmos, que todas aquelas rígidas e barulhentas ações policiais, com cobertura ao vivo pelos meios de comunicação, ainda estejam acontecendo rotineiramente. Posso estar sendo leviano e preconceituoso com esse comentário, mas estamos cansados de acompanhar situações semelhantes, onde nada acaba em nada, ou tudo acaba em pizza.
Com a morte de mais uma estudante de Santa Maria, as brasas reacendem e o fogo voltar a queimar nossos corações.
Precisamos continuar alertas para que a fumaça não se perca no ar.
Impunidade tem que ser apenas uma palavra encontrada em dicionário e não uma atitude humana.
Não podemos deixar que as vítimas do Rio Grande do Sul, sejam apenas cinzas de uma situação que poderá acontecer a qualquer momento em outro local do país.
Fiquemos alertas e acesos para que não haja outro incêndio semelhante àquele.
Edison Borba

domingo, 19 de maio de 2013

FINAL DE NOVELA (S)

         Duas novelas chegam ao fim. Uma no canal que mantém a audiência. A outra num canal, que sobe e desce nas pesquisas.
Não fosse o poder de uma das emissoras,  uma nítida preferência dos jornalistas e problemas de horário o resultado da audiência poderia ter sido diferente.
Fazendo uma observação isenta de preferências, acredito  que foram duas novelas que seguiram caminhos opostos.
“Salve Jorge” começou iluminada por refletores e “glamour”, assinada e estrelada por grandes nomes. Uma lista interminável de participantes, tão longa que na metade da trama já era difícil saber quem era ator e quem era figurante.
Muitos se perderam e sumiram da história sem deixar vestígio. Os núcleos se confundiam de tal forma que em, alguns momentos o núcleo da Turquia dançava samba na comunidade.
As viagens eram tantas e tão rápidas que as cavernas da Capadócia, pareciam estar  em Maquiné, nas Minas Gerais.
 Apesar do poder da máquina promocional e do bom desempenho de alguns atores e atrizes, o que se viu foi uma colcha de retalhos de outras novelas.  O casal protagonista, o galã e a mocinha,   não conseguiram passar credibilidade naquele amor insosso, bem diferente de Caminho das Índias e o Clone.
 Mas como no final tudo tem que ser acertado, até vilã se transformando em religiosa, é aceitável.
E lá se foi mais uma novela. Mesmo com altos e baixos, teve bons momentos de dramaturgia e beleza, principalmente quando as paisagens da Turquia eram mostradas. Belezas naturais que serviram como um bom passeio turístico, além de provocar discussões sobre o tráfico de pessoas.
No outro canal, apesar de faltar ainda um capítulo para o final da trama, “Balacobaco” foi se impondo gradativamente como uma boa história.
Num horário inconveniente, quase meia noite, a novela foi prendendo a atenção dos telespectadores mais notívagos.
O vilão Norberto conseguiu excelentes momentos na história. As cenas de cativeiro, transformadas em reallity show, foi uma grande sacada dos autores, e  brevemente, aparecerão  em futuras novelas, como novidade.
Aos poucos os atores e atrizes foram criando vida e a novela chega ao final com uma boa qualidade em teledramaturgia.
As personalidades duplas foi uma interessante brincadeira de pega – pega com os telespectadores. Número de atores na quantidade certa para o desenvolvimento da trama. Não houve excessos.
Núcleos bem definidos, momentos de descontração paralelos a cenas de tensão. Crimes, sequestros, perseguições e música foram usados de forma correta pelos autores.  Uma trama que foi sendo construída aos poucos chega ao final com boa qualidade e coerência.
Duas histórias. Duas emissoras de televisão. Duas novelas. Duas trajetórias. Apesar das questões jornalísticas, do aparato nas divulgações, nas divergências sobre cada uma das emissoras, o importante é termos opções.
Faço votos para que mais novelas em mais canais de televisão possam acontecer em diversos horários, para que possamos ter possibilidades de escolha.
Também fico na expectativa para que  as revistas badaladas possam exibir em suas capas lindas mulheres e galãs sarados, que estejam atuando em várias emissoras. Não podemos conviver com uma imprensa que utiliza apenas  uma única vertente para estampar suas capas e desenvolver matérias.
Num país civilizado e democrático o jornalismo tem a obrigação de divulgar de forma ampla de equilibrada o que se passa no mundo. Quando a luz dos refletores e o foco ficam voltados apenas para uma só direção, é motivo de preocupação.
Precisamos ter cuidado com os caminhos jornalísticos do nosso país!
As cortinas se fecham, mas as luzes voltam a ser acesas e mais novelas entram em ação nas próximas horas.
Vamos preparar a pipoca e acompanhá-las democraticamente.
Que venham mais emoções!
Edison Borba

sábado, 18 de maio de 2013

NOVA BABEL

            O governo democrático brasileiro, para  manter-se no poder, precisa do apoio dos diversos (muitos)  partidos que se formaram no país nos últimos anos. A coalizão partidária é garantida pelo “jeitinho brasileiro” ou “pela lei de Gerson”, que significa “tem pra todo mundo”.
 Nessa história de quero levar vantagem, a melhor maneira de resolver a questão está na criação de novos ministérios e assessorias.
O negócio cresceu de tal forma que os prédios construídos seguindo o planejamento inicial de Brasília,  não conseguiu abrigar a nova população de funcionários.
Solução: alugar novas salas em novos edifícios.
Com 24 ministérios e 15 secretarias e milhares de servidores, de diversos partidos, cada um com suas próprias convicções políticas (???!!!???), formou-se uma nova e milionária Babel.
Os aluguéis  que ultrapassam a cifra de um milhão e meio por ministério, leva o governo a gastar mais de onze milhões para abrigar tanta gente. Tem salas espalhadas por toda Brasília, gastando fortunas dos cofres públicos.
A explicação para essa farra “inquilinária” e “aluguetícia”, como diria o famoso prefeito de Sucupira, Odorico Paraguaçu, é uma estratégia do governo para ajudar no desenvolvimento do país (??!!??)
Não quero discutir as decisões do governo, porém pensando calmamente, como um cidadão, um trabalhador comum, questiono: - Existe necessidade de tantos ministros, assessores, secretários, cargos, gabinetes entre outros servidores?
E o pior de tudo, é que o exemplo é seguido por governadores e atingem as prefeituras transformando o país num dos maiores cabides “empregatícios” que se conhece no mundo. 
Fico temeroso, quando abordo esse tipo de assunto, no momento em que as campanhas publicitárias do governo apontam para um crescimento, nunca  conhecido na política brasileira.
Novas eleições se aproximam e começamos e rever rostos familiares rondando o poder. Talvez o questionamento maior, esteja na confiabilidade em um país, cujos governantes, para sobreviver necessitem de tantas coalizões ou “maracutaias”.
Vamos esperar. Mais uma vez, esperar...
Edison Borba

sexta-feira, 17 de maio de 2013

JÁ VAI TARDE!

            Essa foi a observação do apresentador  de um jornal televisivo de uma importante emissora de televisão brasileira, após divulgar a morte do ex ditador argentino, Jorge Videla.
Aos 87 anos, morreu na penitenciária o homem que liderou a ditadura que governou a Argentina entre 1978 e 1993.
Videla estava em prisão perpétua pelos crimes cometidos durante o seu governo. Homem duro, sempre assumiu seus crimes e nunca se mostrou arrependido dos seus atos. Mais de 30 mil pessoas desapareceram na Argentina e mais de 500 crianças sumiram de seus lares no período de seu governo.
            Cumprindo pena por crimes contra a humanidade, Jorge Videla, morreu mantendo-se firme em suas convicções.
            Pode parecer chocante, a observação “já vai tarde”, mas quando estamos diante de homens que praticam atos repulsivos como chacinas de milhares de seres humanos, como fez Hitler, a observação é muito bem vinda!
            Já “vai tarde” Jorge Videla, Adolf Hitler, Mussolini, Idi Amim, Stalin, Franco, Mao Zedong, Papa Doc, Pinochet, Saddam Hussein, Gaddhafi,  Kim Jong-II e outros tantos líderes do mal. Homens cuja crueldade ultrapassou a todos os limites possíveis.

Além desses, que ocuparam lugar privilegiado na lista da maldade, outros que não são tão famosos, mas que também, quando morrerem deverão receber a  exclamação – “já vai tarde”!

Os que desviam o dinheiro público deixando milhares de cidadãos na miséria.

Os terroristas, que em nome de uma luta particular, matam inocentes.

Os homens e mulheres que usam seus cargos para enriquecerem.

Os que roubam da educação e da saúde, desviando verbas.

Os assassinos frios e calculistas que matam sem piedade por motivos fúteis.

Os que assumem o risco de dirigir  veículos bêbados ou drogados.

Os que discriminam pela cor da pele, opção sexual, idade e classe social.

Os que estupram e violentam crianças e mulheres.

Os que destroem a natureza por ganância.

Os que estão enriquecendo com a seca do nordeste brasileiro.

Os que maltratam e matam animais apenas para satisfazer seus instintos.

Os que usam da política para matar, roubar, enganar além de outros tipos de crimes e permanecem no poder anos e anos.

E todos os que de alguma forma não contribuem para a melhoria das condições de vida no planeta terra.

Quando morrerem, receberão um estrondoso “JÁ VAI TARDE!”

 - Parabéns ao excelente jornalista e apresentador do Jornal, da TV Bandeirantes, Ricardo Boechat, que num inspirado momento afirmou “Já vai tarde!”

Edison Borba

           

 

FALA SÉRIO!

            A mesma sociedade que lota auditórios, salas de cinema, estádios, comparece a shows e enlouquece ao som de guitarras.
O mesmo povo que aplaude artistas da música, do teatro e da televisão.
Os mesmos fãs que compram milhões de CDs e DVDs, muitas vezes são os mesmos que ficam admirados quando os jornais informam sobre a legalização da união entre pessoas do mesmo sexo.
Quando Daniela Mercury anunciou sua união com outra mulher, muitas pessoas se mostraram surpresas como se não soubessem que no mundo artístico, muitos galãs e mocinhas de novelas também comungam da mesma opção que Daniela.
Na MPB,  encontramos muitos grandes nomes, com a mesma opção e nenhum deles deixou de ser melhor em sua arte por ter uma opção afetiva dentro de  outro padrão.
Importante lembrar que na sociedade sempre existiram as mais diversas formas de expressões afetivas. Fingimos não perceber,  disfarçamos o olhar, desconversamos quando “A” ou “AS” pessoas são nossos amigos, filhos, netos, tios, irmãos, pais, sobrinhos ou estão próximas a nós fazendo parte do nosso convívio.
Quando são nossos ídolos do cinema, teatro, televisão, música, esporte ou de outra área que admiramos, não conversamos sobre o fato. Nosso ídolo, nosso astro, nossa estrela aqueles de quem somos fãs, são inatingíveis.
Rock Hudson, um dos maiores galãs americanos, foi obrigado por contrato a casar, para que a sua imagem não fosse abalada junto às suas fãs. A mesma sorte não teve Lizabeth Scott, que foi colocada no ostracismo por declarar sua opção afetiva. Eles viveram um momento da história, que mesmo os famosos corriam riscos se fossem “descobertos” em suas opções afetivas.
Freddie Mercury, Martinália, Rick Martin, Ana Carolina, Nei Matogrosso, Claudia Jimenez, Jodie Foster, George Michael, Adriana Calcanhoto, Lindsay Lohan,  Maria Gadú, Jason Collins  entre outros famosos declararam suas opções afetiva e nem por isso deixaram de ser amadas e idolatradas por todo o mundo. São pessoas que através da arte, nos levam alegria, felicidade e amor.
Estamos vivendo novos tempos!
No mundo da literatura, Oscar Wilde, Marcel Proust, André Gide e Alice Walker se destacaram pelas suas inesquecíveis obras e assumiram publicamente suas opções afetivas sexuais. Foram incríveis na arte literária e respeitados em todo mundo, eles e muitos outros em todo o planeta.
Se formos desfiar outros novelos de histórias, vamos encontrar inúmeras pessoas das mais variadas classes sociais, como:  políticos, empresários e até religiosos, que sublimam suas características, mas não a perdem.
É hora de acabar a hipocrisia e estabelecermos uma convivência pacífica com o que existe naturalmente no mundo. É constrangedor, vermos alguns apresentadores de programas populares de televisão tomando atitudes machistas, brincando com assunto sério, fingindo desconhecer que  em suas emissoras existem vários companheiros e companheiras aplaudidos pelo público que vivem suas opções afetivas aparentemente, guardadas em armários.
Thammy Miranda nos encanta com seu trabalho e sua sinceridade. Atriz estreante, nada fica devendo às outras colegas por sua opção afetiva sexual.
Tudo é uma questão de respeito. Católicos, evangélicos, espíritas, budistas ou seguidor de qualquer outra crença precisa aprender a convivência respeitosa. Brancos, negros, índios, ricos, pobres, empresários, operários, estudantes, doutores ou qualquer outro ou outra expressão humana tem que aprender a amar seu semelhante.
É hora de se colocar em prática – “ame o teu próximo como a ti mesmo”.
Chega de fingir. A sociedade é construída  na diversidade.
Somos geneticamente diferentes, não existem dois seres humanos iguais.
O importante é sermos, éticos e respeitarmos uns aos outros.
Gentileza gera gentileza!
Fala sério!
Edison Borba