De repente um filme, um protesto mal sucedido, algumas
cusparadas, o fechamento de um Ministério e as máscaras do teatro se revelaram.
Alguns homens e mulheres, até então respeitados pelo povo, revelaram seus
interesses pessoais.
Felizmente para os brasileiros que estão atentos aos
acontecimentos e infelizmente para a classe “artística” revelaram-se segredos
de bastidores. Fantásticas quantias liberadas pelo Ministério da “Cultura” para
financiar espetáculos de pouquíssima importância cultural, e para tornar o fato
mais constrangedor, ao ser exibido, cobrou do povo um exorbitante preço pelo
ingresso.
As linhas tortas, com as quais Deus escreve certo, desta vez
foi de excelência, pois um fato que passaria desapercebido pelo povo trabalhador,
tornou-se evidente pelas próprias mãos dos artistas, que ao fazerem “arte”
invadindo espaços, dando declarações descabidas e até cuspindo para o alto
explodiu como uma bomba de milhões de reais.
Uma pena! Gente que até então era vista pelo povo como
guardiã dos bons costumes, deixou cair a máscara. E agora José?
Vamos recolher os ingressos, devolver o dinheiro ao público,
e ensaiar um novo espetáculo, porque para este, a plateia ficou vazia!
Cai o pano! As cortinas se fecham! E o palhaço chora!
Edison Borba
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