Um jogador de futebol, do querido
clube Vasco da Gama, quase perdeu a vida pelo simples fato de “paquerar” uma
jovem que teria sido namorada de um perigoso traficante de uma comunidade do
Rio de Janeiro.
Atenção, paqueradores que costumam frequentar
bailes: cuidado para não mexer com mulher de bandido.
De shortinho e top, as gatinhas
manhosas podem pertencer a uma ninhada, e ser uma “filhotinha” de leão. No
salão fazendo a dança da garrafa, são verdadeiros convites a uma noite de amor
ou de terror.
Portanto, antes de “chegar” na gatinha procure
informações dos antigos, atuais ou possíveis chocadores, os donos, da “belezura” dançante.
Enquanto a justiça oficial demora
muito tempo para analisar, avaliar para depois levar alguém a julgamento, o
tribunal de justiça dos traficantes é rápido e eficiente. Em algumas horas, se
reúnem, julgam, publicam e executam a sentença.
O tribunal do tráfico é impiedoso e aplica suas
leis cruelmente.
É lamentável que atletas
contratados por importantes clubes de futebol, não cuidem de suas carreiras
além de agir de forma irresponsável, colocando o nome do clube em situações
pouco recomendáveis.
Atletas de todas as modalidades
de esportes, precisam entender que devem ter responsabilidade com suas vidas
pessoais. Existem muitas crianças e jovens que se espelham neles. Quando estão
em campo, são vistos como heróis e influenciando um grande número de pessoas
com suas ações, dentro e fora das quadras esportivas.
Homens e mulheres, que pertencem
ao grupo de pessoas para as quais os olhares da população convergem, não podem
brincar em serviço e fora dele.
Como vascaíno, me senti
envergonhado de ver o nome do meu querido Vasco da Gama, o gigante da colina,
estampado nas primeiras páginas dos jornais, emoldurando uma situação
desagradável.
Creio que torcedores de outros
times também não gostariam de ver o nome de seus clubes envolvidos nesse tipo de notícia.
Lamentavelmente, entre os
atletas, são os jogadores de futebol, os que mais se envolvem em problemas fora
dos campos. Chego a imaginar que são inocentes ou burros para se envolverem com
as “perigosas mulheres”, também conhecidas como “Marias chuteira”, arrastando o
nome dos clubes em diversos escândalos.
É preciso ter mais
responsabilidade e respeito para com as camisas dos clubes aos quais estão
contratados e também para com os torcedores, que comprando ingresso ajudam
vocês a engordarem as suas contas bancárias.
Mais respeito!
Edison Borba
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