quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Gilberto Gil e Os Mutantes - DOMINGO NO PARQUE.




Os anos 60 foram marcados pelos festivais de música. Entre os diversos, o da TV  Record, em São Paulo, foi o que mais marcou a MPB.
Em 1967, a noite final da competição entraria para e história do Brasil, como um momento de resistência musical ao sistema de governo brasileiro, na época.
O público fez da noite uma grande batalha onde as letras de cada música eram como se fossem hinos.
Vale a pena recordar alguns momentos deste festival, como esse em que Gilberto Gil canta a incrível música de sua autoria "Domingo no Parque.

“PEQUENINOS” (??) ATOS DE PRECONCEITO -

(por) Edison Borba.
Em nosso dia a dia, nos habituamos a ouvir e até mesmo deixar sair de nossa boca, pequeninos (grandes) atos de preconceito. Observações como: ela é quase da família. Ao se referir a uma empregada doméstica que já trabalha há muitos anos em nossa casa. Tem coisa mais preconceituosa do que ser “quase”?
Existe uma outra observação digna de nota, como “ela é tão bonitinha, mas é gordinha”. Aliás temos que ter cuidado ...com o uso do diminutivo, que pode servir para humilhar e segregar.
Fiz um curso, no qual uma colega fazia questão de nos afirmar e informar que ela não tinha preconceito com nada e nem com ninguém. Pasmem, ela tinha ATÉ amigos gays! Sem palavras!
E as religiões? Só invocando Deus, para silenciar as línguas que profanam com observações maledicentes às crenças que não são as suas.
E assim, devagarinho com o coração cheio de “carinho”, vamos divulgando, mais e mais, o preconceito que habita em nós. Esse tipo de situação chega a ser mais cruel do que aquela que é visível, clara e direta que nos permite chamar a polícia, invocar as Leis e punir quem ainda se “acha”.
Portanto, precisamos ter cautela com o que pensamos e verbalizamos, os “pequeninos” atos preconceituosos são raízes que se aprofundam, crescem em árvores, dão frutos e sementes que continuam a perpetuar atos tão infames.
Lamentável!
******

DOMINGANDO - Poema


SANGRANDO - GONZAGUINHA


terça-feira, 14 de novembro de 2017

NOSSAS SAUDOSAS VOZES

(por) Edison Borba
Saudade das palmas no portão: um vizinho, amigo ou parente chamando pelo nosso nome e perguntando: posso entrar?
Saudade do telefone (convencional) chamando e do outro lado da linha “aquela” voz dizendo alô ... e o coração disparando de alegria!
Saudade das vozes misturadas à hora das refeições: pai passa a salada! Menino quer mais arroz? Mãe posso repetir? Vovó a senhora fez bolo de chocolate?
Saudade das vozes gritadas num gol marcado pelo amigo, bom de bola, na “partida” jogada no campinho perto de casa.
Saudade dos risos, risadas e gargalhadas ouvidas pessoalmente ou pelo telefone.
Saudade das vozes! Saudade dos abraços! Saudade das conversas sem fim e sem interrupção, durante um café numa tarde de qualquer dia da semana.
Saudade, eu te pergunto: para onde foram as vozes? E os abraços? E as conversas corpo a corpo, com leves toques no ombro, mão na boca para contar um segredo!
Estão desaparecendo lentamente! Talvez a modernidade, os celulares, os torpedos, os WhatsApp entre outros artifícios estejam mudando as nossas emoções. Talvez não haja mais necessidade de ouvirmos as vozes e sentirmos o agradável toque dos corpos em um apertado abraço!
Que pena!!!
******
 

GOTAS DE ALEGRIA!

(por) Edison Borba.
DIVIDINDO ALEGRIA COM AMIGOS!
Caros amigos, estou trabalhando com grupos de senhoras em diferentes bairros da cidade (Barra, Laranjeiras, Tijuca, Jardim Botânico, Copacabana e Ipanema). Tem sido uma experiência inovadora para mim, que passei por tantas salas de aula, atuando desde o Ensino Fundamental (5ª série) até os Mestrados e demais Graduados. Ensinei e aprendi com crianças, jovens e adultos e acreditava nada mais iria me acrescentar ne...sta jornada de professor. Porém, percebi que estava errado! Nos anos que estou junto com esses grupos, me renovo à cada aula.
Aprendo, ensino, ouço e sou ouvido. Discutimos, analisamos, temos liberdade de opinião e franqueza que em outros grupos não era possível exibir, em respeito aos diversos obstáculos, alguns legais, que impediam alguns temas fossem tratados da maneira com que posso abordá-los neste momento. Sendo da área da Biologia, estou finalmente sentindo a liberdade de expressão!
Estou dividindo com meus amigos essas “gotas” de alegria que caem em minha alma sempre que retorno de um dia de aula!
******

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

MINHA CASA!

(de) Edison Borba.
Como é bom acordar, no recesso do meu lar
Em cada canto um encanto, reconheço o meu lugar
Abrir os olhos e sentir, que tudo que eu preciso
Meu quarto aconchegante e a “quenturinha” da cama...

O cheirinho de café, pão com manteiga na mesa
Está aqui nesta casa!
Agradeço a Deus, meu Jesus e meu Senhor
Por ter me agraciado com tanto carinho e amor!

******